Sumitomo Chemical amplia manejo de pastagens com Tempest® E e apresenta novo BioRacional
Evento técnico em Castanhal (PA) reúne mais de 100 participantes e apresenta tecnologias para controle de plantas daninhas, desenvolvimento das forrageiras e maior eficiência na pecuária
Publicado em: 23/09/2026 às 07:00hs
A Sumitomo Chemical amplia sua atuação no manejo de pastagens com novas estratégias voltadas ao controle de plantas daninhas e ao desenvolvimento das forrageiras. As tecnologias foram apresentadas em um encontro técnico realizado em 17 de setembro, em Castanhal (PA), que reuniu mais de 100 participantes entre parceiros, representantes comerciais e especialistas da companhia.
A programação combinou atividades em campo e apresentações técnicas para demonstrar soluções destinadas a diferentes desafios enfrentados pelos pecuaristas, especialmente aqueles relacionados à qualidade e produtividade das pastagens.
Entre os principais destaques está a ampliação do posicionamento do Tempest® E, herbicida que passa a ser recomendado para situações envolvendo plantas daninhas classificadas desde fácil até extrema dificuldade de controle.
Tempest® E amplia atuação no controle de plantas daninhas
O controle de plantas daninhas é um dos pontos importantes para preservar o potencial produtivo das pastagens. As espécies invasoras disputam com as plantas forrageiras recursos como água, luz, nutrientes e espaço, podendo prejudicar o desenvolvimento do capim e reduzir a disponibilidade de massa verde por hectare.
Com a ampliação de seu posicionamento, o Tempest® E passa a contemplar diferentes níveis de dificuldade de controle.
“Onde há maior incidência de plantas daninhas, menor tende a ser a qualidade da pastagem, porque as invasoras competem com o capim por recursos essenciais. Uma pastagem limpa e fortalecida possibilita aumentar o número de cabeças por hectare, ampliando o plantel e melhorando a rentabilidade”, destaca Bruno Zanni, gerente de Marketing BU Especialidades da Sumitomo Chemical.
Segundo o executivo, a nova estratégia de posicionamento busca oferecer ao pecuarista uma alternativa para diferentes cenários de infestação.
O produto combina amplo espectro de controle, eficácia e seletividade. A formulação também foi desenvolvida para proporcionar praticidade operacional, com menor volume de produto por hectare em comparação a concorrentes, segundo a empresa.
Essa característica pode contribuir para reduzir demandas relacionadas a transporte, armazenamento e descarte de embalagens.
Sumitomo Chemical apresenta novo BioRacional para pastagens
Outro destaque do evento foi o pré-lançamento do SeiCho® E, apresentado como o primeiro BioRacional da Sumitomo Chemical desenvolvido para aplicação em pastagens.
De origem natural, a tecnologia atua sobre a fisiologia das plantas forrageiras, com foco em processos relacionados ao crescimento e à rebrota das pastagens.
De acordo com a companhia, o SeiCho® E utiliza uma tecnologia proprietária destinada a favorecer processos fisiológicos da planta, incluindo:
- desenvolvimento do sistema radicular;
- formação de área foliar;
- absorção e utilização de água;
- aproveitamento de nutrientes;
- tolerância a situações de estresse;
- recuperação e desenvolvimento das plantas forrageiras.
O produto é aplicado em baixa dosagem e apresenta compatibilidade com aplicações por drone, segundo a empresa.
A proposta é contribuir para acelerar a rebrota, aumentar a disponibilidade de forragem e reduzir o intervalo entre ciclos de pastejo.
Tecnologia busca melhorar desenvolvimento do pasto
Para Henrico Bizão, gerente de BioRacionais Brasil da Sumitomo Chemical, a chegada do SeiCho® E representa uma expansão da atuação da companhia no segmento de pastagens.
“Com o lançamento de SeiCho E, a Sumitomo Chemical se posiciona pela primeira vez com uma marca BioRacional para pastagem, olhando além do controle de pragas, focando em desenvolvimento e melhoria da qualidade das pastagens”, explica.
Segundo Bizão, a tecnologia tem origem em uma fonte e processo exclusivos e foi desenvolvida para favorecer o desenvolvimento das plantas e ampliar a disponibilidade de pasto para o gado.
Portfólio E reúne manejo de plantas daninhas e desenvolvimento das pastagens
As novas soluções fazem parte do Portfólio E, estratégia da Sumitomo Chemical voltada às pastagens e baseada no chamado Conceito E.
A proposta reúne eficiência no uso do solo, desempenho econômico e equilíbrio ambiental, conectando diferentes etapas do manejo das áreas destinadas à pecuária.
O portfólio começou com o Tempest® E, direcionado ao controle de plantas daninhas, e agora avança com o SeiCho® E, ampliando a atuação para o desenvolvimento das pastagens.
Durante o encontro em Castanhal, essa complementaridade foi apresentada por meio de estações técnicas e demonstrações práticas, conectando controle de invasoras, desenvolvimento do pasto e tecnologias de aplicação.
Manejo eficiente pode contribuir para produtividade da pecuária
A qualidade da pastagem está diretamente relacionada à capacidade de aproveitamento das áreas destinadas à produção pecuária. Por isso, estratégias que combinam controle de plantas daninhas e desenvolvimento das forrageiras ganham espaço na busca por maior eficiência produtiva.
A proposta apresentada pela Sumitomo Chemical é integrar diferentes ferramentas em um mesmo sistema de manejo, permitindo que o produtor avalie as necessidades específicas de cada área e adote as tecnologias de acordo com as condições encontradas no campo.
Para Bruno Zanni, o encontro também teve como objetivo ampliar a capacitação da rede de parceiros e profissionais que atuam junto aos pecuaristas.
“A companhia busca, com a evolução do portfólio, oferecer ferramentas que contribuam para decisões mais assertivas no campo e para maior eficiência na produção pecuária”, conclui o executivo.
Novas tecnologias para as pastagens
Com a ampliação do Tempest® E e a apresentação do SeiCho® E, a Sumitomo Chemical passa a reunir no Portfólio E soluções voltadas a dois pontos estratégicos do manejo de pastagens: o controle de plantas daninhas e o desenvolvimento das forrageiras.
A estratégia reforça a busca por tecnologias que possam ser integradas às diferentes etapas da produção pecuária, desde a manutenção da qualidade do pasto até o aproveitamento mais eficiente das áreas de produção.
Fonte: Portal do Agronegócio
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