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Adubos e Fertilizantes

Importação de fertilizantes soma 5,617 milhões de toneladas no line-up dos portos brasileiros

Santos concentra 2,368 milhões de toneladas programadas, enquanto Rio Grande aparece na segunda posição, com 660,3 mil toneladas


Publicado em: 15/09/2026 às 19:00hs

Importação de fertilizantes soma 5,617 milhões de toneladas no line-up dos portos brasileiros
Foto: Cláudio Neves

O line-up dos portos brasileiros registra 5,617 milhões de toneladas de fertilizantes programadas para importação, segundo levantamento da agência marítima Williams Brasil realizado entre os dias 1º e 14 de setembro.

O volume considera as cargas transportadas por navios que já estão atracados, embarcações fundeadas à espera de liberação e aquelas com chegada prevista aos terminais portuários brasileiros até 18 de dezembro de 2026.

Os dados, portanto, representam a programação logística identificada no período, e não necessariamente o total já desembarcado no país durante setembro.

Porto de Santos concentra maior volume de fertilizantes

O Porto de Santos, em São Paulo, lidera a programação nacional, com previsão de receber 2,368 milhões de toneladas de fertilizantes.

O volume corresponde a aproximadamente 42% de toda a carga presente no line-up apurado pela Williams Brasil, confirmando a relevância do terminal paulista para a entrada de insumos agrícolas no país.

Na segunda posição aparece o Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, com 660,268 mil toneladas previstas.

Line-up monitora navios até dezembro

O levantamento reúne diferentes etapas da movimentação portuária. Estão incluídos navios já ancorados, embarcações que aguardam atracação e cargueiros com previsão de chegada até 18 de dezembro.

A programação oferece uma referência sobre o fluxo de fertilizantes destinado ao mercado brasileiro nos próximos meses, período marcado pela demanda de insumos para a safra 2026/27.

As quantidades efetivamente desembarcadas poderão variar conforme alterações nos cronogramas dos navios, condições operacionais dos terminais e eventuais mudanças na programação das cargas.

Fonte: Portal do Agronegócio

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