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Mercado de café: Ajustes nos preços em Londres e Nova York após período de valorização

Desafios Persistem com Resistência do Produtor e Fatores Climáticos, Apesar da Colheita Bem-Sucedida no Vietnã


Publicado em: 28/12/2023 às 11:04hs

Mercado de café: Ajustes nos preços em Londres e Nova York após período de valorização

Na abertura das negociações desta quinta-feira (28), o mercado futuro do café arábica apresentou desvalorização nos principais contratos negociados na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Este movimento ocorre como uma resposta aos ajustes e realizações após os ganhos registrados no pregão anterior.

Os fundamentos que norteiam o mercado permanecem inalterados, com a escassez de estoques tanto nos países produtores quanto nos consumidores, além dos desafios climáticos enfrentados pelos principais países produtores de café globalmente. Destacam-se ainda o aumento do consumo, a aproximação do inverno no hemisfério norte e as preocupações com os problemas climáticos que continuarão a impactar as lavouras de café ao longo de 2024, conforme analisado pelo Escritório Carvalhaes.

Por volta das 08h59 (horário de Brasília), os contratos futuros apresentavam quedas: março/24 registrava -110 pontos, negociado a 196,65 cents/lbp; maio/24 registrava -125 pontos, com valor de 194,10 cents/lbp; julho/24 apresentava -145 pontos, cotado a 193,95 cents/lbp; e setembro/24 registrava -120 pontos, com valor de 194,80 cents/lbp.

Em Londres, o mercado do café conilon também iniciou o dia com desvalorização. Os contratos para março/24 registraram uma queda de US$ 13 por tonelada, negociados a US$ 2856; maio/24 apresentou baixa de US$ 24 por tonelada, cotado a US$ 2794; julho/24 teve uma redução de US$ 20 por tonelada, negociado a US$ 2729; e setembro/24 registrou queda de US$ 14 por tonelada, com valor de US$ 2691. Embora a colheita do robusta no Vietnã, o maior produtor mundial desse tipo de café, esteja progredindo favoravelmente, os produtores mantêm uma postura resistente em relação às vendas, conforme informações divulgadas pela Reuters.

Fonte: Portal do Agronegócio

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