Publicado em: 28/04/2026 às 10:10hs
A participação brasileira na FHA – Food & Hotel Asia 2026, realizada em Singapura, deve resultar em US$ 57 milhões em negócios ao longo dos próximos 12 meses, segundo estimativas da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
A ação, realizada em parceria com a ApexBrasil, reforçou a presença do Brasil em um dos mercados mais estratégicos para as exportações de proteína animal.
Durante os dias de evento, os exportadores brasileiros já concretizaram US$ 8,9 milhões em negócios, impulsionados por uma intensa agenda de reuniões e pela presença de compradores internacionais.
Ao todo, foram registrados cerca de mil contatos comerciais no estande brasileiro, evidenciando o forte interesse global pelos produtos do país.
Realizada em Singapura, importante hub logístico e comercial do Sudeste Asiático, a FHA é considerada uma das principais plataformas de negócios do setor de alimentos e bebidas na região.
A feira reúne importadores, distribuidores e operadores de food service de diversos países, muitos deles altamente dependentes da importação de alimentos — cenário que favorece a expansão da proteína animal brasileira.
Participaram da ação empresas relevantes do setor, como:
As companhias apresentaram seus portfólios e fortaleceram o relacionamento com compradores internacionais, ampliando oportunidades de negócios.
O estande brasileiro contou com 126 m² e foi estruturado para promover negociações, networking e posicionamento institucional da proteína animal nacional.
A iniciativa integra a estratégia contínua de promoção comercial internacional do setor, com foco na abertura e consolidação de mercados.
Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os resultados reforçam a competitividade do Brasil no cenário global.
De acordo com o executivo, o desempenho obtido na feira evidencia o potencial de expansão das exportações, especialmente em mercados que exigem regularidade de fornecimento, alto padrão sanitário e diversidade de produtos.
O avanço das negociações na FHA 2026 confirma o protagonismo do Brasil como fornecedor global de proteína animal e sinaliza novas oportunidades de crescimento no mercado asiático — região considerada estratégica para o futuro das exportações do agronegócio brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
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