Publicado em: 09/04/2026 às 07:00hs
A Inpasa anunciou o início das operações em sua unidade de Luís Eduardo Magalhães (BA), oitava biorrefinaria da companhia e sexta no Brasil. A instalação representa um marco estratégico para a industrialização sustentável da região do Matopiba — formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia — consolidando o Oeste baiano como polo de geração de valor, empregos e logística.
Segundo Éder Odvar Lopes, “a presença da Inpasa deve impulsionar o cultivo da segunda safra e incentivar o sorgo como alternativa viável ao milho, com ganhos em previsibilidade de comercialização, logística regional e capacidade de armazenamento”.
A unidade de Luís Eduardo Magalhães terá capacidade anual para processar 1 milhão de toneladas de grãos, incluindo milho e sorgo. Os produtos gerados incluem:
O projeto contou com investimento de R$ 1,3 bilhão e gerou 2.500 empregos diretos e indiretos durante a construção. A operação permanente da unidade deve gerar 450 empregos, priorizando mão de obra local.
Com as unidades no Nordeste — Balsas, inaugurada em 2025, e agora Luís Eduardo Magalhães — a Inpasa se consolida como o segundo maior grupo produtor de etanol do mundo.
A empresa, fundada em 2006 no Paraguai, possui atualmente oito unidades em operação: duas no Paraguai e seis no Brasil, localizadas em:
Além disso, duas novas plantas estão previstas para inauguração até 2027, em Rio Verde (GO) e Rondonópolis (MT), ampliando a presença nacional e reforçando o compromisso da Inpasa com energia sustentável e segurança alimentar global.
A Inpasa transforma grãos em produtos de alto valor agregado, atendendo ao mercado interno e exportando para cinco continentes. Entre os produtos estão etanol, DDGS (FortiPro Inpasa), óleos vegetais e bioeletricidade, fortalecendo a liderança da empresa em bioeconomia e transição energética.
Com essa estratégia, a companhia reforça o conceito de aproveitamento integral da matéria-prima, promovendo sustentabilidade, geração de emprego e desenvolvimento regional no Matopiba e no Brasil.
Fonte: Portal do Agronegócio
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