Açúcar cai em Nova York e sobe em Londres; cristal avança no mercado paulista
Contratos encerraram a quinta-feira (24) em direções opostas, enquanto o açúcar cristal chegou a R$ 121,13 por saca em São Paulo.
Publicado em: 25/09/2026 às 11:20hs
O mercado de açúcar fechou a quinta-feira (24) sem uma direção única nas bolsas internacionais. O açúcar bruto recuou em Nova York, em meio à atenção dos investidores à demanda e às projeções de oferta global. Em Londres, os primeiros vencimentos do açúcar branco terminaram em alta. No mercado paulista, o indicador do cristal também avançou. Notícias Agrícolas
Açúcar bruto recua em Nova York
Na ICE Futures U.S., o contrato de outubro de 2026 caiu 0,17 centavo de dólar e encerrou a 17,58 centavos por libra-peso. Março de 2027 fechou a 18,61 centavos, baixa de 0,19 centavo, enquanto maio de 2027 recuou 0,17 centavo, para 18,06 centavos por libra-peso. Notícias Agrícolas
Em Londres, o açúcar branco registrou ganhos nos vencimentos mais próximos. Dezembro de 2026 subiu US$ 3,90, para US$ 509,90 por tonelada. Março de 2027 avançou US$ 2,60, a US$ 520,20, e maio de 2027 teve alta de US$ 0,30, para US$ 524,20 por tonelada. Notícias Agrícolas
Açúcar cristal sobe 0,87% em São Paulo
O Indicador do Açúcar Cristal Branco CEPEA/ESALQ fechou a quinta-feira em R$ 121,13 por saca de 50 quilos, alta de 0,87% no dia. A valorização acumulada em setembro chegou a 6,49%. O dado confirma que o preço subiu no mercado paulista, apesar da referência a uma queda no texto original. Notícias Agrícolas
No mercado de etanol hidratado em Paulínia (SP), a referência informada para o dia foi de R$ 2.669,00 por metro cúbico, recuo de 0,84%. Mesmo com a baixa diária, o indicador acumulava alta de 8,03% no mês.
Revisão da oferta global mantém mercado atento
A StoneX reduziu de 1,7 milhão para 900 mil toneladas sua projeção de déficit mundial de açúcar na safra 2026/27. A consultoria estima produção global de 193,8 milhões de toneladas e demanda de 194,7 milhões de toneladas. Assim, embora o déficit projetado tenha diminuído, a perspectiva ainda é de consumo superior à produção. stonex.com
As chuvas e o ritmo de moagem no Centro-Sul brasileiro seguem entre os fatores acompanhados pelo setor, ao lado das perspectivas de produção em outras origens. Essa combinação ajuda a explicar a oscilação das cotações, mas os dados disponíveis não permitem atribuir a diferença entre os fechamentos de Nova York e Londres a uma causa isolada.
Fonte: Portal do Agronegócio
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