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Avicultura

Biosseguridade deve bloquear entrada da bactéria nas granjas

A introdução da Salmonela nos galpões pode ser favorecida por falhas de higiene e nos procedimentos de biosseguridade. O contato com aves silvestres também representa um ponto de atenção, especialmente em sistemas com acesso a áreas externas.


Publicado em: 21/10/2026 às 08:00hs

Biosseguridade deve bloquear entrada da bactéria nas granjas

Após a infecção, a bactéria pode colonizar o trato intestinal e alcançar órgãos internos. Dependendo do agente envolvido, pode ocorrer transmissão para ovos e progênie.

Por isso, o programa sanitário precisa considerar as características epidemiológicas da Salmonela no país e os riscos específicos de cada sistema de produção.

Vacinação exige atenção aos diferentes agentes

Pelicioni destaca que o planejamento vacinal deve considerar agentes com consequências distintas para a atividade.

A Salmonella Gallinarum, associada ao tifo aviário, pode provocar mortalidade e prejuízos nos plantéis. Já a Salmonella Enteritidis tem importância para a segurança dos alimentos, pelo risco de contaminação de ovos e carnes.

Segundo o especialista, a combinação de vacinas em momentos específicos do desenvolvimento das aves busca fortalecer a resposta imune e reduzir os riscos relacionados à presença da bactéria nas granjas.

A definição do programa deve integrar o manejo sanitário, respeitando as indicações dos produtos e as necessidades do plantel.

Empresa destaca soluções para programas de imunização

Entre as opções de seu portfólio, a Ceva informa disponibilizar a CEVAC® S. Gallinarum 9R, vacina viva liofilizada com cepa atenuada 9R, indicada para a prevenção do tifo aviário.

A companhia também apresenta a linha de vacinas inativadas CEVAC® Corymune, com combinações voltadas à proteção contra Salmonella Enteritidis e coriza infecciosa, além de outras enfermidades, conforme a formulação.

Na avaliação de Pelicioni, a imunização deve fazer parte de um programa amplo de prevenção, associado à biosseguridade e à higiene. A continuidade dessas medidas é essencial para preservar o status sanitário dos plantéis, reduzir perdas e sustentar a credibilidade da produção brasileira de ovos.

Fonte: Portal do Agronegócio

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