Nikkei do Japão Fecha em Alta Impulsionado por Setores Financeiro e de Exportação
Desempenho positivo reflete enfraquecimento do iene e aumento nos rendimentos domésticos
Publicado em: 10/06/2024 às 10:20hs
O índice Nikkei do Japão encerrou a sessão desta segunda-feira em alta, impulsionado pelo avanço das ações ligadas à exportação e ao setor financeiro. O desempenho positivo foi favorecido pelo enfraquecimento do iene, após a divulgação de dados robustos de emprego nos Estados Unidos, que superaram as expectativas do mercado. Além disso, o aumento nos rendimentos domésticos beneficiou as ações financeiras.
O Nikkei registrou uma alta de 0,92%, fechando a 39.038,16 pontos, seu nível mais elevado desde 23 de maio. A surpresa nos números de criação de empregos nos EUA gerou especulações de que o Federal Reserve possa adiar cortes na taxa de juros, fortalecendo o dólar.
Durante a sessão, o dólar foi cotado em torno de 157,07 ienes, beneficiando ações de exportadoras como a Toyota Motor, que subiu 1,7%. Empresas do setor financeiro também se destacaram, com a Dai-ichi Life Holdings liderando o grupo com um ganho de 3,6%, acompanhando a alta nos rendimentos dos títulos do governo japonês, que seguiram o movimento dos Treasuries americanos após o relatório de emprego.
A semana começou com fracas negociações na Ásia, devido ao fechamento dos mercados na Austrália, China, Hong Kong e Taiwan por conta de feriados.
Em detalhes, o desempenho dos índices foi:
- TÓQUIO: O índice Nikkei avançou 0,92%, fechando a 39.038 pontos.
- HONG KONG: O índice Hang Seng permaneceu fechado.
- XANGAI: O índice SSEC não operou.
- SEUL: O índice KOSPI teve uma desvalorização de 0,79%, fechando a 2.701 pontos.
- TAIWAN: O índice TAIEX ficou fechado.
- CINGAPURA: O índice Straits Times desvalorizou-se 0,26%, fechando a 3.322 pontos.
- SYDNEY: O índice S&P/ASX 200 não abriu.
Este cenário reflete o impacto das condições econômicas globais sobre os mercados asiáticos, com especial destaque para a resiliência do mercado japonês em um ambiente de incertezas econômicas.
Fonte: Portal do Agronegócio
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