Publicado em: 13/01/2026 às 07:30hs
A agtech Calice vem se consolidando no Brasil ao aplicar inteligência artificial (IA) e analytics avançados na agricultura, acelerando ciclos de desenvolvimento de produtos com maior precisão e previsibilidade. Especializada em modelagem computacional de dados biológicos e agronômicos, a empresa antecipa desempenho, qualidade e adaptabilidade de culturas em diferentes ambientes.
Segundo o CEO Ramiro Oliveira, a tecnologia vai além do hype:
“IA não é moda; é sobre apoiar decisões mais rápidas e precisas em ambientes complexos. Observamos validação consistente a partir de casos reais com nossos clientes.”
O Brasil é considerado estratégico pela Calice devido à diversidade ambiental, escala de produção e alto nível técnico do setor. A empresa também planeja reforçar sua presença nos Estados Unidos, outro mercado-chave para tecnologias agrícolas com impacto comprovado.
Para atender diferentes perfis de clientes, a agtech oferece duas soluções principais:
O engenheiro agrônomo Cesar Vieira Junior lidera as operações da Calice no Brasil, coordenando relacionamento com clientes, parceiros e o ecossistema de inovação agrícola.
“Nosso foco para 2026 é expandir a presença no mercado nacional, aprofundando o diálogo com a indústria e apoiando decisões de inovação com maior previsibilidade”, afirma Vieira Junior.
Em 2025, a Calice iniciou projetos com empresas relevantes do setor agrícola, oferecendo suporte em decisões concretas de pesquisa, desenvolvimento e inovação. O uso de IA e modelagem de dados permitiu reduzir ciclos de pesquisa, aumentar a precisão das análises e antecipar resultados de campo em diferentes condições ambientais.
Essa abordagem já demonstra impacto prático e mensurável, tornando a tecnologia uma ferramenta estratégica para empresas que buscam acelerar a inovação agrícola de forma confiável.
No próximo ano, a Calice continuará focada no Brasil e nos Estados Unidos, visando consolidar novas metodologias de inovação agrícola baseadas em dados, modelagem computacional e inteligência artificial aplicada. A expectativa é expandir a colaboração com empresas, apoiar decisões de P&D com maior assertividade e fortalecer a adoção de tecnologias com impacto comprovado no campo.
Fonte: Portal do Agronegócio
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