Publicado em: 10/08/2016 às 15:15hs
Segundo nota da assessoria, a bancada ruralista vai recomendar que os estados produtores de alimentos busquem o mesmo procedimento adotado pelo Ministério Público de Goiás, ou seja, que se processe o MST com base na lei de organização criminosa, que prevê punições para grupos terroristas.
Segundo a entidade, “não existe outra forma de se combater essas práticas de organizações ilegais e terroristas a não ser buscar a Justiça para se garantir a ordem pública, a segurança jurídica e a tão desejada e sonhada paz no campo”. A FPA, classificou ainda como “inadmissível que grupos de baderneiros continuem a provocar conflitos, invasões, atos criminosos e a aterrorizar os que pacificamente vivem no campo a produzir alimentos para abastecer o mercado interno e gerar excedentes exportáveis”.
A FPA reafirmou ainda que o Projeto de Lei 4059/12 – que prevê a retirada de restrições que impedem empresas brasileiras com maioria de capital estrangeiro de comprar áreas de terras – “em hipótese alguma ameaça a soberania brasileira; equipara tão-somente os mesmos critérios da área urbana à rural”.
O projeto tramita em regime de urgência na Câmara Federal e está pronta para ser votado em breve.
Fonte: Só Notícias/Agronotícias
◄ Leia outras notícias