Publicado em: 05/11/2015 às 09:45hs
O Plano vai embasar a definição de toda a política estadual de assistência técnica e extensão rural ainda a ser definida e que é prevista na Lei Estadual de Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural) criada recentemente.
Norte - "Será um instrumento que dará um norte para todas as ações a serem desenvolvidas pela Secretaria de Estado a Agricultura, e até pelos Ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura, visando o atendimento às famílias de agricultores familiares aqui no Paraná" afirmou o diretor-presidente da Emater, Rubens Niederheitmann.
Colaboração - O documento base analisado foi elaborado por profissionais da Emater com a colaboração de representantes de organizações como a Fetaep, Adeop, Fundação Terra, MDA, UFFS, Seab, Cedraf, Colegiado do Território Paraná Centro e Uenp.
Várias instituições - A Emater, até há cerca de 20 ou 30 anos, era praticamente a única organização que trabalhava com as famílias de agricultores, no Estado, levando orientação e apoio técnicos. Atualmente, explica Rubens, existem várias outras instituições do setor público e setor privado fazendo isso. "E, em muitos casos, esse atendimento é feito com a utilização de recursos do Estado ou Federação, com projetos contratados através de chamadas públicas”, diz Niederheitmann.
Orientação - Segundo ele, o Plano de Desenvolvimento Rural Sustentável para a Agricultura Familiar será fundamental para orientar melhor a realização desse trabalho. “Fazendo com que haja maior sinergia entre as várias ações realizadas, pelos diversos órgãos, e que o investimento feito resulte de fato na melhoria das condições de vida das famílias atendidas", explica.
Contratação - Ainda de acordo com o dirigente da Emater, o Instituto deve contratar no primeiro semestre do próximo ano 400 novos profissionais para atuar no campo. Mesmo assim, comenta, não terá condições de recuperar todo o protagonismo que teve. "A Lei Estadual Ater estabelece que caberá ao órgão oficial, no caso a Emater, assumir o papel de coordenadora de toda as ações de assistência aos produtores financiadas pelo poder público, no Estado. O Plano de Desenvolvimento, neste caso, também será importante para facilitar o cumprimento desse papel de uma forma mais efetiva", afirma.
Sugestões - Os conselheiros do Cedraf agora têm quinze dias para propor sugestões ou alterações ao documento base do Plano. A comissão que trabalhou na elaboração da proposta deve sistematizar essas contribuições e preparar um novo documento para apreciação na próxima reunião do Conselho, marcada para 8 de dezembro, quando será aprovado de forma definitiva o Plano.
Fonte: Agência de Notícias do Paraná
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