Publicado em: 12/06/2015 às 17:00hs
O prazo, que terminaria nesta quarta-feira (10), será estendido até sexta-feira (12). Deve ser comunidada a vacinação de mais de 12 milhões de animais de 0 a 24 meses nesta etapa de maio.
Segundo o presidente do Indea, Guilherme Nolasco, a decisão foi tomada levando em conta, principalmente, os dois dias em que as unidades do Instituto ficaram fechadas durante o feriado de Corpus Christi, nos dias 4 e 5 de junho. Ele afirma que o adiamento foi uma solicitação do setor produtivo, como da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e da Assembleia Legislativa.
"Recebemos ainda pedidos de sindicatos rurais, prefeitos e alguns deputados estaduais que ficaram preocupados com a alta concentração de pessoas que não haviam feito ainda a comunicação", afirma o presidente.
De acordo com dados da Coordenadoria de Defesa Sanitária Animal (CDSA/Indea), os índices de comunicação estão dentro da expectativa e até o dia 9 de junho estavam acima de 90% no Estado, alcançando números acima do registrado no mesmo período do ano passado.
No mês de maio, o sistema do Indea usado para registrar as comunicações ficou fora do ar em alguns municípios, mas, conforme Nolasco, o problema foi resolvido. "Em relação ao sistema do Indea, ele funcionou lento em alguns dias de maio e até saiu do ar. Mas já foi corrigido e há mais de dez dias está em pleno funcionamento", explica.
A primeira etapa de vacinação contra febre aftosa de 2015 terminou no dia 31 de maio. O produtor que não informar o Indea até o dia 12 de junho terá como penalidade a suspensão do cadastro por no mínimo 30 dias, ficando impossibilitado de emitir Guia de Trânsito Animal (GTA), para qualquer finalidade.
Na etapa de maio, são vacinados somente bovinos e bubalinos, de 0 a 24 meses de idade, com exceção das propriedades localizadas no baixo Pantanal. Quem não vacinou o rebanho dentro do período da campanha, irá pagar multa de 2,25 UPF (Unidade Padrão de Fiscal) por cabeça de gado não vacinado.
Fonte: Agrodebate - G1
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