Publicado em: 20/12/2023 às 13:00hs
Na maior parte do Brasil, o final da primavera e o início do verão, que ocorre entre novembro e dezembro, é marcado pelo aumento das chuvas. Na pecuária, o período é celebrado, pois a água contribui para o crescimento e desenvolvimento das forrageiras do pasto, que servirão de alimentação para o rebanho e, consequentemente, se transformam em maior produção de carne e leite. Mas o momento também traz preocupação aos pecuaristas, pois as chuvas colaboram com maior incidência das plantas daninhas, um sinal de prejuízo para o pecuarista. Para auxiliá-los no manejo das invasoras, a Linha Pastagem da Corteva Agriscience conta com ferramentas tecnológicas que auxiliam na eliminação da matocompetição resultando em pastos com maior qualidade e disponibilidade do pasto, promovendo ainda uma pecuária mais sustentável.
“A época das chuvas é o momento em que as condições ambientais estão mais favoráveis para o desenvolvimento e o crescimento rápido das forrageiras, já que é marcada pelo aumento da preciptação, da temperatura e maior tempo de luminosidade, o que chamamos de fotoperíodo. Essas condições climáticas também propiciam o surgimento e desenvolvimento das plantas daninhas. As invasoras contribuem para a baixa produtividade do pasto, pois competem por água, luz ,nutrientes e áreas que seriam utilizados pela forrageira principal”, explica Edson Ciocchi, engenheiro agrônomo e Líder de Agronomia da Linha Pastagem da Corteva Agriscience.
Segundo Ciocchi, as plantas daninhas impactam diretamente na qualidade e na produção da forrageira durante o período chuvoso pois, é neste período que temos a maior produção da forragem durante o ano, que é a principal fonte de nutrição dos bovinos. “A má alimentação do rebanho pode causar grandes perdas seja na produção de carne e leite e também na redução dos índices zootécn. Costumo dizer que para aumentar a produtividade da fazenda, é preciso começar pelo manejo do pasto. O controle das plantas daninhas trará maior qualidade ao pasto e consequentemente, maior valor nutricional para o rebanho e produtividade. Tudo isso reflete na rentabilidade do pecuarista, independente se trabalha com gado de corte ou de leite”, comenta.
Com as invasoras no pasto, o primeiro passo do pecuarista deve ser realizar um levantamento para poder entender o nível de infestação e identificar quais são as espécies. Na sequência, avaliar qual será o melhor método de controle com a aplicação de herbicidas, receitado por um engenheiro agrônomo. “O manejo neste período também garante o melhor aproveitamento da produção da forrageira, que se produzida com qualidade, pode garantir parte da alimentação do rebanho na seca. Pasto limpo e com manejo adequado são pontos importantes para que a forrageira possa expressar seu potencial produtivo e assegurar assim a longevidade dos pastos garantindo a produção de alimento para os animais por muito mais tempo”, avalia Ciocchi.
De acordo com Ciocchi, na temporada de chuvas, com o desenvolvimento vegetativo das plantas daninhas, os herbicidas apresentam uma melhor eficiência de controle. “As soluções podem auxiliar na melhora da qualidade do pasto, por meio da eliminação da matocompetição. A Linha Pastagem da Corteva conta tecnologias inseridas no portfólio de herbicidas, desenvolvidas especialmente para o melhor manejo das pastagens, gerenciando os desafios com invasoras e restaurando a produtividade por hectare. Isto melhora o sistema de produção das fazendas, aumentando a disponibilidade de forrageira. Consequentemente, reduz a abertura de novas áreas, promovendo uma pecuária sustentável. Vale lembrar que, além desses fatores, os produtos da Linha Pastagem da Corteva possuem formulações concentradas, rendendo muito mais, tratando mais área com menor quantidade de produto.”.
A Tecnologia Ultra-S está embarcada na família de herbicidas composta por Aminopiralide e 2,4-D e demonstra alta eficiência no controle das principais plantas daninhas anuais e bianuais de folhas largas, como o Fedegoso-Branco e a Cheirosa. Além disso, possui como diferencial ser uma solução concentrada, o que permite o uso de doses menores de herbicida por hectare e um resultado eficiente. Já a Tecnologia XT-S é composta pelos ativos Aminopiralide, Picloram e Fluroxipir em uma única solução e oferece amplo espectro de controle em plantas daninhas anuais, bianuais e perenes, com destaque para as semilenhosas e lenhosas.
Fonte: Corteva
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