Publicado em: 10/03/2016 às 13:15hs
Em tempos de crise, soluções criadas no ambiente digital têm sido alternativa de muitos setores para o sucesso nos negócios. No mercado de cavalos crioulos, a batida do martelo já se dá com apenas um clique. São os leilões online, realizados em sites de leiloeiras e cabanhas, e trabalhados junto às redes sociais, que se tornam tendência para reduzir custos e aproximar vendedores e compradores.
Um exemplo é a Cabanha Dona Milda, de Venâncio Aires (RS), que pelo segundo ano realiza remate através do próprio site, onde todo o processo de venda é virtual. Fotos, vídeos, comentários e genealogia dos animais estão à disposição na web. E os lances são dados pelo computador ou celular.
– Buscamos realizar o leilão digital no nosso próprio site por acreditarmos que é uma alternativa viável para enfrentar a a atual situação econômica, além da tendência natural de os negócios acontecerem pela internet – destaca o criador Artur Leopoldo, da Cabanha Dona Milda.
O criatório é recente. Registrou o primeiro animal em 2010 e sempre esteve conectado às novas mídias. A página do Facebook já ultrapassa 56 mil seguidores, e a conta no Instagram soma quase dois mil. Os meios exploram de forma permanente e gratuita a visibilidade da seleção, através de fotos e informações de animais destacados e do trabalho desenvolvido. Agora, ainda oferecem link direto para que os clientes façam cadastro e participem do leilão, que irá acontecer de 11 a 30 de março.
A divulgação nas redes, segundo Leopoldo, ainda encurta distâncias e possibilita que os negócios se expandam com mais rapidez e facilidade:
– No ano passado, tivemos compradores de Santa Catarina e do Paraná. Para este ano, já temos até um interessado de Rondônia, que entrou em contato diretamente pelo Facebook.
A oferta do 2º Leilão Virtual Cabanha Dona Milda e Parceiros inclui éguas de cria, garanhões domados, potrancas e potrancos de origem consagrada na raça crioula. Os negócios terão início nesta sexta-feira, dia 11, no site www.cabanhadonamilda.com.br.
Fonte: Estela Facchin
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