Publicado em: 30/11/2023 às 14:10hs
Essa disparidade, no entanto, está relacionada à abrangência de países participantes, sendo maior no caso da FAO. Em relação a 2022, ambas as instituições preveem um aumento muito próximo, com 0,74% na visão da FAO e não mais que 0,24% para o USDA.
No que diz respeito ao Brasil, a previsão da FAO parece mais alinhada com a realidade. Até a terceira semana de novembro, o acumulado no ano já estava próximo dos 4,5 milhões de toneladas. Portanto, a projeção do USDA provavelmente será superada, ultrapassando os cinco milhões de toneladas.
É importante notar que, apesar de a FAO projetar um volume maior do que o USDA, a participação brasileira no total mundial diminui quase 15%, passando de 35,61% (USDA) para 30,68% (FAO). Essa redução é principalmente resultado da abrangência mais ampla da pesquisa da FAO, que inclui um maior número de países exportadores.
Dessa forma, enquanto a diferença entre USDA e FAO em relação aos 10 maiores exportadores é um pouco mais de 16%, em relação aos demais exportadores, essa diferença aumenta para quase 87% - 672 mil toneladas na previsão do USDA e 1,254 milhão de toneladas pela FAO.
Fonte: Portal do Agronegócio
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