O mercado brasileiro de trigo teve uma semana de negócios pontuais, com as pontas compradora e vendedora pouco flexíveis. Com a logística praticamente toda voltada à safra de verão, e os preços dos fretes elevados, as negociações envolvendo o trigo ocorrem com interesse de retirada em maio ou junho.
Conforme decisão da Gecex, limite de faturamento bruto anual para empresas fazerem parte do Proex-Financiamento passa de R$ 600 milhões para R$ 1,3 bilhão
A semana foi de pouca liquidez e preços mais fracos no mercado doméstico de algodão. A procura interna segue curta e refletindo o movimento externo de demanda mais restrita. Por conta disso, a comercialização foi pontual, conforme a necessidade de entrega, informou a SAFRAS Consultoria.
A produção de etanol de milho dos Estados Unidos permaneceu estável na semana encerrada em 31 de março, atingindo 997 mil barris diários (*), segundo dados da AIE (Administração de Informação de Energia).
A queda do dólar em relação ao real reduziu a atratividade do mercado externo para o arroz. Conforme o analista de SAFRAS & Mercado, Evandro Oliveira, a perspectiva é de menor oferta neste ano. Os preços apresentam alguma estabilidade, influenciados por fatores em direções opostas.
A conta da gasolina pode ficar mais salgada nas próximas semanas devido à disparada do petróleo após a Opep anunciar cortes na produção da commodity, afirma o head de inovação e portfólio na ValeCard, Brendon Rodrigues, a Reuters.
A receita diária média obtida com as exportações brasileiras de açúcar e outros melaços atingiu US$ 35,627 milhões em março, com 23 dias úteis, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
Na quinta-feira, o principal índice do mercado de ações brasileiro caiu 0,15%, aos 100.821 pontos
Segunda-feira começa com B3 e CBOT em baixa
Na B3, às 9:57 (horário de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,49%, a 5,0960 reais
Traders aguardam para saber exportação do Brasil
O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou a cair 0,34% em março, deixando para trás a variação positiva de 0,04% vista em fevereiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira