Café arábica inicia manhã de 6ª em alta na Bolsa de Nova York

Por volta das 9h13 (horário de Brasília), setembro/17 tinha alta de 170 pontos, a 128,05 cents/lb. Para dezembro/17, alta de 165 pontos, a 131,50 cents/lb. Março/18, alta de 160 pontos, a 134,95 cents/lb


Publicado em: 30/06/2017 às 10:15hs

Café arábica inicia manhã de 6ª em alta na Bolsa de Nova York

O mercado de café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures Group) inicia mais um dia de alta nos principais vencimentos nesta sexta-feira (30). Julho/17, que ainda não foi negociado hoje, anotou alta de 200 pontos no fechamento de ontem, a 124,75 cents/lb.

Por volta das 9h13 (horário de Brasília), setembro/17 tinha alta de 170 pontos, a 128,05 cents/lb. Para dezembro/17, alta de 165 pontos, a 131,50 cents/lb. Março/18, alta de 160 pontos, a 134,95 cents/lb.

O analista de mercado Marcus Magalhães, da Maros Corretora, destaca que uma massa de ar polar está prevista para chegar à região produtora do sudeste brasileiro. Assim, as bolsas operam em alta, conservadoras.

Os grandes operadores não devem inverter o mercado de mão nesta sexta-feira, que deve ser um dia de recompras e posições defensivas.

Para o Conselho Nacional do Café (CNC), o Brasil deve colher 45,5 milhões de sacas neste ano, mesmo volume estimado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Mercado interno

O café tipo 6 duro teve alta de +4,55% em Franca (SP), a R$460,00. Para Guaxupé (MG), alta de +2,97%, a R$450,00 e alta de +1,35% em Poços de Caldas (MG), a R$451,00. O oeste da Bahia teve queda de -2,27%, a R$430,00.

Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:

Café arábica encerra a 5ª com altas de até 200 pts em NY

O mercado de café arábica encerrou em altas de 195 a 200 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Futures Group) nesta quinta-feira (29).

O vencimento julho/17 teve alta de 200 pontos, a 124,75 cents/lb. Para setembro/17, alta de 195 pontos, a 126,35 cents/lb. Dezembro/17, alta de 200 pontos, a 129,85 cents/lb e março/18, alta de 200 pontos, a 133,35 cents/lb.

O analista de mercado Anilton Machado, da Origem Corretora, destaca que compras por parte de especuladores e fundos impulsionaram as cotações. O mercado também está atento ao clima no Brasil, que aponta para uma frente fria no início da próxima semana.

Para o Conselho Nacional do Café (CNC), o país deve colher 45,5 milhões de sacas neste ano, mesmo volume estimado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O dólar voltou a fechar acima de R$3,30, com especuladores cautelosos com o cenário político. A alta foi de 0,7%, a R$3,308 na venda.

Mercado interno

O café tipo 4/5 teve uma variação positiva expressiva em Franca (SP), de +4,44%, a R$470,00. Em Poços de Caldas (MG), a variação foi de +1,32%, a R$461,00. Para Varginha (MG), variação de +0,44%, a R$457,00.

No café tipo cereja descascado, alta de +3,09% em Guaxupé (MG), a R$500,00 e de +1,29% em Poços de Caldas (MG), a R$472,00. As demais praças permaneceram sem variação.

O café tipo 6 duro teve alta de +4,55% em Franca (SP), a R$460,00. Para Guaxupé (MG), alta de +2,97%, a R$450,00 e alta de +1,35% em Poços de Caldas (MG), a R$451,00. O oeste da Bahia teve queda de -2,27%, a R$430,00.

O avanço da colheita da temporada 2017/18 tem pressionado as cotações de café no Brasil, conforme pesquisas do Cepea. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto em São Paulo, fechou a R$ 424,37/saca de 60 kg no dia 22, o valor mais baixo, em termos nominais, desde julho/2015. Nessa terça, 27, o Indicador do arábica fechou a R$ 441,50/sc, queda de 0,87% frente à terça anterior, 20.

Fonte: Notícias Agrícolas

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