Publicado em: 17/03/2016 às 11:25hs
Em Nova York, na tela maio/16, a commodity foi cotada em 15,47 centavos de dólar por libra-peso, alta de 15 pontos no comparativo com a véspera. No lote julho/16, ela se valorizou 14 pontos e no vencimento outubro/16, 12 pontos.
Em Londres, também teve alta em toda as telas. No lote maio/16, os negócios foram firmados em US$ 443,20 a tonelada, aumento de 4,20 dólares. Nos outros vencimentos, a valorização oscilou de 1,00 a 3,80 dólares.
O mercado, segundo a análise do jornal Valor Econômico de hoje (17), segue de olho no Brasil, principal produtor mundial. Muitas usinas do Centro-Sul estenderam a moagem de cana da safra 2015/16 até este mês e vão praticamente "emendar" os trabalhos com o processamento da matéria-prima que será colhida em 2016/17. Mesmo assim, e impulsionados pelas estimativas de déficit na safra internacional 2015/16, os preços seguem em um patamar próximo ao pico alcançado recentemente.
Mercado doméstico
Em São Paulo, os preços do açúcar seguiram retraídos ontem. De acordo com os índices do Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 quilos do tipo cristal foi negociada a R$ 76,95, baixa de 0,84%.
Etanol diário
Pelo segundo dia consecutivo, os preços do etanol caíram. Conforme a Esalq/BVMF, os negócios foram firmados em R$ 1.866,00 o metro cúbico, uma desvalorização de 1,40% em relação à véspera.
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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