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Yara reúne no Seminário GranCebola agriculturores que representam 30% da produção nacional

A Yara promoveu na cidade mineira de São Gotardo, nos dias 21 e 22 de agosto, a 2ª edição do seminário GranCebola. O evento reuniu dezenas de produtores das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, que juntas representam 30% da área de cebola plantada no País. Também estiveram presentes profissionais dos canais de vendas, de empresas de genética e parceiros da Yara. O encontro possibilitou que cebolicultores e especialistas compartilhassem conhecimentos para atingir o máximo de produtividade sem deixar de lado a qualidade na colheita.

"O encontro foi fundamental para nos aproximarmos ainda mais dos produtores e da academia na troca de experiências para atender o desafio de suportar o mercado com melhor produtividade e qualidade. A Yara vem trabalhando de forma regionalizada para suprir essa demanda nas variedades específicas de cebola e, assim, conseguir os tetos produtivos merecidos pelos nossos agricultores", explica Pedro Martins, líder da cultura de cebolas na Yara Brasil.

O professor da Universidade Federal de Viçosa e consultor associado do Ipacer (Instituto de Pesquisa Agrícola do Cerrado), Leonardo Aquino, falou sobre a extração e nutrição na cebola. Ele destacou o quanto é importante ter a dosagem ideal de nutriente no momento correto de necessidade da cultura. Isso está relacionado com todo o sistema de plantio que além da nutrição, envolve saúde do solo, clima, irrigação, época de plantio, entre outros fatores. É importante ter o acompanhamento técnico para avaliar a população de plantas, as condições ambientais e a recuperação do nitrogênio. "O ideal é que a raiz da cebola tenha entre 30 a 40cm de profundidade e, para isso, é necessário que ela seja plantada em um solo de alta qualidade", afirma Aquino. O acadêmico também alertou na sua palestra técnica sobre a necessidade de os produtores testarem o vigor das sementes.

Franz Hipper, pesquisador da linha YaraVita, desenvolvida para a aplicação de macro e micronutrientes via foliar, nas sementes e no solo, detalhou o correto manejo e a adequada utilização de micronutrientes na cultura de cebola, incluindo o diferencial em estágios críticos. Lucas Muraoka, da Yara, abordou a fisiologia do estresse na cebola e as formas para evitar que isso aconteça.

A Yara possui uma parceria com o CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP, e os participantes do GranCebola puderam conferir o atual cenário do mercado brasileiro dessa cultura. Marina Marangon, do CEPEA, destacou que o cenário econômico instável não é um fator que impacte o produtor pois a cebola é um produto com poucos substitutos. No comparativo dos anos 2018 e 2019, o País reduziu a área plantada em 3 mil hectares, de 48 mil para 45 mil, respectivamente. A Região Nordeste se diferencia das demais ao conseguir plantar e colher o ano todo. Marangon também alertou para a importância da qualidade e rastreabilidade, essa passará a ser exigida em breve a todos os produtores.

Ainda sobre qualidade, Cíntia Urbano Neves, da Yara, destacou que a comercialização é o grande gargalo para o produtor e que ele precisa entender as condições de mercado, consumos e tendências para explorar novos nichos. "É necessário buscar qualidade genética, segurança alimentar, entre outros, para atender as exigências do mercado varejista", afirmou.

Os participantes puderam conferir no Inovatech, Feira de Inovações Tecnológicas em Horticultura do Cerrado, em Rio Paranaíba (MG), o dia de campo com os benefícios reais e práticos das aplicações das linhas de fertilizantes YaraBasa, com 8 nutrientes no mesmo granulo; YaraLiva, com nitrato de cálcio e boro no mesmo granulo; e YaraMila, com três tipos de fósforo. Quem também conferiu junto com os produtores as aplicações da Yara no campo foi o presidente da Associação Nacional dos Produtores de Cebola (ANACE), Rafael Jorge Corsino.

Humberto Dourado, produtor de cebola em Irecê, na Bahia, começou a usar os fertilizantes Yara na plantação que vai de setembro a outubro e elogiou a distribuição do produto no solo. "O adubo é mais uniforme", diz. "Nunca tinha participado de um evento promovido por uma marca. É um conjunto de informações e troca de experiências ao seu alcance com o objetivo de alcançar mais produtividade", explica.

Luiz Gustavo Grecco, técnico agrícola do Grupo Fugita, é cliente da Yara há três anos e destaca os ganhos na utilização da linha YaraLiva: "Possui um padrão sem variação, no qual é fácil de aplicar e proporciona um ganho de qualidade na colheita das cebolas". Com a marca de 82t por hectare na safra passada, o Grupo Fugita tem como principais clientes as redes de supermercados na cidade de São Paulo.

Data de Publicação: 02/09/2019 às 14:40hs
Fonte: Yara
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