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MULHERES DO AGRO: A força feminina no agronegócio catarinense

A busca por capacitação em técnicas de produção rural e empreendedorismo vem aumentado a cada ano entre as mulheres. Em 2018, elas representaram 56,40% de participantes nos cursos ofertados em território catarinense pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc). Demonstrando a força de representatividade feminina no meio rural o Sistema Faesc/Senar iniciou o Programa Mulheres do Agro Catarinense. O evento ocorreu em Chapecó reunindo cerca de 65 mulheres do Grande Oeste e em Gravatal com a presença de outras 45 mulheres do Sul do Estado.

A jovem empreendedora do meio rural, Camila Cristiane Grando, é moradora de Iraceminha e participou do programa representando o Sindicato dos Produtores Rurais de Pinhalzinho. Segundo ela, em um ambiente predominantemente masculino o conhecimento e a busca constante pela evolução fazem a presença feminina ganhar espaço no meio rural.

“A mulher vem sendo a grande articuladora de mudanças. Ser mulher é uma luta diária, pois assumimos diversas funções. Representar o sindicato em minha região, influenciar mulheres a encarar as dificuldades e serem fortes e independentes é um privilégio. Ser mulher do agro é ter coragem, encarar os desafios, revolucionar a agricultura catarinense”, afirma.

“Potencializar a atuação das mulheres no agronegócio. Esse é o nosso maior objetivo. A presença e a participação da mulher no agronegócio tem impactos extremamente positivos, tanto no aumento da produção agrícola, quanto no fortalecimento dos sindicatos rurais por meio de uma gestão de qualidade e sustentável do agro catarinense”, observa o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo.

De acordo com a coordenadora do Programa Mulheres do Agro Nayana Setubal Bittencourt é importante que as mulheres estejam envolvidas na tomada de decisões de atividades que envolvem a agropecuária catarinense, contribuindo com ideias e ações para a evolução do setor em Santa Catarina. “Ouvimos elas e juntas elaboraremos uma lista de iniciativas que contribuirão a curto, médio e longo prazo para melhorias nos Sindicatos Rurais e Sistema Faesc/Senar/CNA”, destaca.

O superintendente do Senar/SC Gilmar Antônio Zanluchi ressalta a força feminina em todos os espaços que elas ocupam. “Dizem que por trás de um grande homem existe uma grande mulher, mas na verdade é ao lado, crescendo junto. No agronegócio as propriedades que contam com a figura feminina, principalmente na gestão, o desenvolvimento é evidente. Elas são organizadas, dinâmicas, criativas e têm uma visão empreendedora. O sucesso de nossas propriedades rurais passa pelas mãos dessas mulheres fortes”.

A intenção do Sistema Faesc/Senar, por meio do Programa Mulheres do Agro Catarinense, é fazer com que cada Sindicato Rural tenha representantes na comissão estadual de mulheres. Tornando-as mais presentes, não apenas nas capacitações, mas também nas reuniões e demais ocupações que interferem nas ações voltadas para o agronegócio catarinense.

Data de Publicação: 12/07/2019 às 07:20hs
Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional
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