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Mix maior para o etanol no Brasil pressiona cotações futuras de açúcar em NY

O mercado futuro do açúcar fechou a última sexta-feira (2) de olho nas perspectivas da parcela de cana-de-açúcar que o Brasil, maior produtor mundial da commodity, vai direcionar para a produção de etanol, o que pode diminuir, consideravelmente, a oferta do adoçante no mercado mundial.

As incertezas quanto ao mix de produção brasileira estão fazendo com que as consultorias revejam, constantemente, suas previsões para a nova temporada, que começa oficialmente em 1º de abril. Na última semana a FCStone reviu sua estimativa de produção de açúcar no Brasil para 32,4 milhões de toneladas, uma queda de 10% na produção comparada a safra 2017/18 que termina no próximo dia 31 de março.

Diante deste cenário os mercados futuros do açúcar vivem em constante volatilidade. Na última sexta-feira (2), o açúcar demerara negociou em alta em todas as telas da bolsa de Nova York. No vencimento março/18, a commodity fechou cotada a 13.63 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 26 pontos no comparativo com a véspera. As demais telas subiram entre quatro e 19 pontos.

Londres acompanhou a valorização de Nova York e também viu os preços do açúcar branco subirem em todos os vencimentos. A tela março/18, fechou cotada a US$ 358,10 a tonelada, alta de 2,50 dólares no comparativo com os preços praticados na véspera. Os demais contratos subiram entre 50 cents e 3,30 dólares.

Mercado doméstico

O mercado interno fechou mais um dia em baixa na última sexta-feira, segundo índices do Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos do tipo cristal foi negociada a R$ 54,88, baixa de 0,67% no comparativo com os preços praticados na quinta-feira.

Data de Publicação: 05/02/2018 às 10:22hs
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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