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Milho retorna do feriado somando novas baixas na B3

Os preços futuros do milho na bolsa brasileira (B3) voltam do feriado desvalorizados nesta quarta-feira (22). As principais cotações operavam com até 1,41% negativo por volta das 09h14 (horário de Brasília).

O vencimento maio/20 era cotado à R$ 45,05 com queda de 0,46%, o julho/20 valia R$ 42,00 com baixa de 1,41%, o setembro/20 era negociado por R$ 41,37 com perda de 1,03% e o novembro/20 tinha valor de R$ 43,26 com desvalorização de 1,23%.

Mercado Externo

Já na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro abrem a quarta-feira (22) operando no campo positivo das cotações, com as principais operações subindo entre 2,00 e 3,00 pontos por volta das 08h59 (horário de Brasília).

O vencimento maio/20 era cotado à US$ 3,12 com baixa de 3,00 pontos, o julho/20 valia US$ 3,20 com desvalorização de 3,00 pontos, o setembro/20 era negociado por US$ 3,24 com queda de 2,50 pontos e o dezembro/20 tinha valor de US$ 3,34 com perda de 2,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos futuros de milho foram mais altos nas negociações durante a noite, com a especulação de que a China está considerando relaxar as tarifas de importação do grão para aumentar os estoques.

“A nação asiática no início deste ano emitiu isenções de cerca de 2 milhões de toneladas de milho em uma tentativa de aumentar os estoques”, aponta o analista Tony Dreibus.

Ainda assim, a publicação destaca que os preços estão sendo limitados pelas preocupações com a demanda por alimentos, já que os frigoríficos de todo o país fecharam em uma tentativa de impedir a propagação do COVID-19.

Relembre como fechou o mercado na última terça-feira:

Milho: Forte oferta sustenta baixas em meio à crise do petróleo e Chicago encerra no negativo

Fato de investidores focarem no Estados Unidos, faz com que os preços acabem recuando

Os preços do milho seguem pressionados pela baixa do petróleo e encerraram mais um pregão com baixas na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira (21). Um grande volume de milho estava estimado para ser utilizado para o etano e por isso Chicago encerrou com mais baixas em função do petróleo nesta terça-feira.

Maio/20 encerrou com queda de 4,25 pontos, negociado por U$ 310,00, julho/20 teve queda de 4,50 pontos - cotado a U$ 317,75 e setembro registrou a baixa mais alta, com desvalorização de 5,00 pontos e cotado por U$ 322,00.

Segundo Vlamir Brandalizze, inicialmente eram projetados cerca de 140 milhões de tonadas de milho para o etanol e o setor neste momento fala em cerca de 120 milhões toneladas, ou seja, uma redução de 20 milhões. Segundo o analista, no cenário global o número não é tão sigfnicativo, mas o fato de investidores focarem no Estados Unidos, faz com que os preços acabem recuando. A tendência é de haja uma recuperação do mercado quando o setor financeiro global começar a se recuperar dos efeitos da pandemia.

Segundo informações da agência Reuters, as expectativas de uma enorme área cultivada com milho nos EUA aumentaram ainda mais a pressão, com os agricultores acelerando seu ritmo de semeadura à medida que as temperaturas aumentam.

"Os agricultores já estão nos campos, ignorando os pingos de chuva, e espera-se que o plantio sério seja realizado nesta semana, na ordem de um quarto da safra", disse Charlie Sernatinger, chefe global de futuros de grãos, em nota aos clientes.

O Departamento de Agricultura dos EUA disse na segunda-feira à tarde que os agricultores norte-americanos haviam plantado 7% de sua área de milho prevista até domingo, de acordo com as expectativas dos analistas em uma pesquisa da Reuters.

Data de Publicação: 22/04/2020 às 10:12hs
Fonte: Notícias Agrícolas
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