Olá, Visitante Entre Cadastre-se EAD

Portal do Agronegócio


Milho abre a terça-feira com estabilidade em Chicago

A terça-feira (14) começa com os preços internacionais do milho futuro estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,75 pontos negativos por volta das 08h45 (horário de Brasília).

O vencimento março/20 era cotado à US$ 3,89 com estabilidade, o maio/20 valia US$ 3,96 com estabilidade, o julho/20 era negociado por US$ 4,02 com queda de 0,25 pontos e o setembro/20 tinha valor de US$ 4,02 com perda de 0,75 pontos.

Segundo informações da Agência Reuters, as cotações do milho seguem se movimentando com poucas alterações enquanto o mercado aguarda mais novidades sobre as negociações comerciais entre China e Estados Unidos.

Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira:

Milho se valoriza em Chicago nesta 2ª feira com otimismo sobre acordo EUA x China

Preços no mercado brasileiro seguem com altas

Os preços internacionais do milho futuro se valorizaram na Bolsa de Chicago (CBOT) ao longo desta segunda-feira (13). As principais cotações registraram ganhos entre 2,50 e 3,75 pontos.

O vencimento março/20 foi cotado à US$ 3,89 com valorização de 3,75 pontos, o maio/20 valeu US$ 3,96 com alta de 3,50 pontos, o julho/20 foi negociado por US$ 4,02 com ganho de 3,25 pontos e o setembro/20 teve valor de US$ 4,03 com elevação de 2,50 pontos.

Esses índices representaram altas, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 1,04% para o março/20, de 1,02% para o maio/20, de 0,75% para o julho/20 e de 0,75% para o setembro/20.

Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho subiram na esteira do otimismo do mercado com o andamento do acordo comercial entre China e Estados Unidos. O vice-primeiro-ministro da China, Liu He, visitará Washington para assinar o chamado acordo comercial de Fase 1 com os Estados Unidos, com uma cerimônia marcada para quarta-feira.

“O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, reiterou neste domingo a posição de Washington de que a China se comprometeu a aumentar as compras de produtos agrícolas dos EUA para US $ 40 bilhões a US $ 50 bilhões anualmente. Mas a falta de detalhes do acordo tornou alguns traders cautelosos”, reporta Julie Ingwersen da Reuters Chicago.

“É esperar para ver até quarta-feira, e vermos o que o acordo comercial traz ao mercado. Enquanto isso, não estamos fazendo muita coisa. Não há muito volume comercial”, disse Terry Linn, analista da Linn and Associates, uma corretora de Chicago.

Mercado Interno

No mercado físico brasileiro, a segunda-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram registradas desvalorizações apenas em Brasília/DF (4,26% e preços de R$ 45,00).

Já as valorizações foram percebidas nas praças de Cascavel/PR (1,25% e preço de R$ 40,50), Tangará da Serra/MT (1,33% e preço de R$ 38,00), Campo Novo do Parecis/MT (1,37% e preço de R$ 37,00), Castro/PR (2,27% e preço de R$ 45,00) e Assis/SP (3,57% e preço de R$ 43,50).

Em seu reporte diário, a Radar Investimentos apontou que, o mercado físico do milho passou por um quadro de estresse de abastecimento na semana anterior. “Os consumidores tiveram que pagar preços mais firmes para se abastecer. As atenções externas devem se voltar para o acordo entre China-EUA”.

Data de Publicação: 14/01/2020 às 10:50hs
Fonte: Notícias Agrícolas
◄ Leia outras notícias
Portal do Agronegócio Desenvolvido por: