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Em sexto, frango mantém posição na pauta cambial

Os outros dois foram o açúcar em bruto e os automóveis que, por ora, registram índices de retração bem superiores aos da carne de frango. E isto faz com que tenham retrocedido várias posições na pauta cambial, fato que garante à carne de frango a permanência no mesmo sexto lugar de um ano atrás. A despeito da perda de receita de quase 10,5%.

Notar que – entre os 10 principais produtos exportados - persiste à primeira vista grande distância entre as carnes de frango e bovina, pois, no acumulado do ano, posicionam-se entre as duas os já citados açúcar em bruto e automóveis (respectivamente, sétimo e oitavo lugares).

No entanto, a pauta registra forte avanço da carne bovina (aumento de cerca de 10,5% no período), enquanto a carne de frango registra índice exatamente igual, mas oposto. Porém, o avanço da carne bovina fica mais claro quando se constata que, um ano atrás, no fechamento dos 10 primeiros meses de 2017, a receita auferida pela carne de frango foi 33% superior à da carne bovina, índice que, neste ano, está reduzido a menos de 8%.

Aliás, se os atuais índices de redução/expansão das duas carnes persistirem neste bimestre final de 2018, a diferença de receita entre carne de frango e bovina cairá a menos de 4%. Dez anos atrás (2008) essa diferença foi de 45%.

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Data de Publicação: 08/11/2018 às 17:20hs
Fonte: AviSite
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