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Até 2020, a oferta de alimentos no mundo terá de crescer 20% para dar conta do aumento da demanda. O Brasil deverá responder por 40% desse incremento. Na mesma linha de raciocínio, um cenário de demanda de energia indica a necessidade, segundo estudos da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de se descobrir mais quatro Arábias Sauditas em petróleo nos próximos 20 anos. Estes dois temas, suas dificuldades, desafios e oportunidades, ocuparão lugar central nas discussões do 11º Congresso Brasileiro do Agronegócio, que a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) promove no dia 6 de agosto, em São Paulo.

Com o tema principal “Brasil Alimentos e Energias Seguranças Globais”, o evento será realizado no Sheraton São Paulo WTC Hotel, em São Paulo, e reunirá as principais lideranças brasileiras do agronegócio. “O cenário global de instabilidade na oferta permite amplas oportunidades para o Brasil aproveitar e se projetar como grande fornecedor de alimentos e de energia renovável. Resta verificar a convicção existente no governo e na sociedade brasileira para seguir nessa direção”, observa Luiz Carlos Corrêa Carvalho, presidente da ABAG.

A entidade decidiu assumir a responsabilidade de promover o debate dos dois temas pelo fato de o Brasil, por sua forte vocação em ambos os campos, ter assumido uma fundamental liderança mundial na oferta de alimentos e também de energia renovável e sustentável. “Junto com o governo, as lideranças do setor precisam sensibilizar a sociedade nacional e internacional de que o Brasil vem trabalhando para produzir alimentos e energias sustentáveis de maneira a atender a crescente demanda global”, acrescenta Carvalho.

A responsabilidade do Brasil no que diz respeito à produção de alimentos e de bioenergia ganha cada vez mais importância, quando se recorda que o produtor brasileiro tem conseguido ganhos expressivos de produtividade, sem ampliar a área plantada, o que consolida sua condição de país de agricultura sustentável. E o Brasil tem sido capaz de atender, principalmente, a crescente demanda por alimentos gerada pela exuberante evolução dos chamados países emergentes. Tal evolução é registrada tanto no crescimento populacional, como também no aumento da renda per capita desses países.

Todas essas questões, assim como suas derivações econômicas, sociais e políticas estarão contempladas no temário do Congresso da ABAG. Será promovida ainda uma série de palestras e painéis tratando de temas como “Tendências Globais para Alimentos e Energias: o Papel do Brasil e Políticas Públicas Fundamentais”. Além dos debates, o Congresso também será a oportunidade para homenagens. Serão entregues os prêmios “Ney Bittencourt de Araújo – Personalidade do Agronegócio” e “Norman Borlaug”, reverenciando grandes personalidades do setor e suas contribuições ao agronegócio brasileiro.

Data de Publicação: 26/06/2012 às 09:10hs
Fonte: Mecânica de Comunicação
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