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Café: Cotações do arábica operam com leve baixa nesta manhã de 6ª feira na Bolsa de Nova York

Os futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com leve baixa nesta manhã de sexta-feira (14). O mercado externo do grão estende com pressão do câmbio depois de o dólar testar ontem (13) o maior patamar desde o Plano Real. Essa é a segunda baixa consecutiva.

Por volta das 09h25 (horário de Brasília), o contrato dezembro/18 tinha queda de 30 pontos, a 100,35 cents/lb, enquanto o março/19 anotava 103,80 cents/lb com recuo de 25 pontos. Já o maio/19 perdia 30 pontos, valendo 106,15 cents/lb e o julho/19 trabalhava com baixa de 45 pontos, a 108,40 cents/lb.

No Brasil, no último fechamento, antes do feriado, o tipo 6 duro era negociado a R$ 420,00 a saca de 60 kg em Espírito Santo do Pinhal (SP), em Guaxupé (MG) os preços estavam cotados a R$ 430,00 a saca e em Poços de Caldas (MG) estavam valendo R$ 424,00 a saca.

Veja como fechou o mercado na quarta-feira:

Café: Bolsa de Nova York tem queda de 150 pts nesta 5ª feira após dólar testar máxima de R$ 4,20

Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) encerraram a sessão desta quinta-feira (13) com queda de mais de 150 pontos. O mercado externo do grão voltou a cair acompanhado de forte pressão do dólar, que testou o maior patamar do Plano Real.

O vencimento dezembro/18 fechou o dia com queda de 155 pontos, a 100,55 cents/lb e o março/19 anotou 104,00 cents/lb com recuo de 150 pontos. Já o contrato maio/19 registrou 106,35 cents/lb e baixa de 155 pontos e o julho/19 teve desvalorização de 145 pontos, a 108,85 cents/lb.

"Ideias de forte produção no Brasil e no Vietnã, juntamente com o enfraquecimento das moedas de mercados emergentes estão mantendo os futuros sob pressão. Os especuladores têm olhado para a fraqueza do real frente ao dólar norte-americano", disse o analista e vice-presidente da Price Futures Group, Jack Scoville.

O dólar comercial fechou a sessão desta quinta-feira (13) em alta e próximo do nível mais alto do Plano Real com investidores em cautela diante do cenário político brasileiro pouco antes da eleição. A divisa teve alta de 1,21%, cotada a R$ 4,1957 na venda. O câmbio tende a impactar as exportações do grão.

"Dúvidas sobre a saúde de Bolsonaro e a expectativa com o Datafolha de amanhã redobraram a cautela dos agentes", disse para a Reuters um operador de câmbio de uma gestora local.

Do lado fundamental, não há novidades que impactem o mercado no momento. A colheita da safra 2018/19 da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé) chegou a 95,64% até o dia 07 de setembro, segundo informou na quarta-feira (12) a entidade. Os trabalhos avançaram 3,8 pontos percentuais de uma semana para a outra.

A Safras & Mercado reportou nesta quinta que a comercialização da temporada 2018/19 do brasil atingiu 45% até o dia 12 de setembro. As vendas estão ligeiramente avançadas em relação ao ano passado, quando 44% da safra 2017/18 estava comercializada até o momento. A média dos últimos cinco anos é de 45%.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Gil Barabach, a comercialização de café nos últimos dias de agosto perdeu forças no Brasil. Para o especialista, o preço mais baixo abriu pouca oportunidade para a venda, mantendo o produtor na defensiva.

Mercado interno

Os negócios no mercado físico brasileiro continuam lentos. "Além de grande parte dos produtores estar focada nas entregas já programadas para este mês, os atuais preços no spot ainda mantêm vendedores retraídos. Outros fatores que influenciaram a baixa liquidez interna nos últimos dias foram os feriados", disse o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP).

O café tipo cereja descascado registrou maior valor de negociação em Guaxupé (MG) com saca R$ 463,00 e queda de 0,64%. A maior oscilação no dia dentre as praças ocorreu em Poços de Caldas (MG) com alta de 0,88% e saca a R$ 461,00.

O tipo 4/5 registrou maior valor de negociação no dia em Franca (SP) com saca cotada a R$ 450,00 – estável. A maior oscilação no dia ocorreu em Poços de Caldas (MG) com avanço de 0,70% e saca a R$ 434,00.

O tipo 6 duro anotou maior valor de negociação em Vitória (ES) com saca a R$ 435,00 – estável. A maior oscilação no dia foi registrada em Poços de Caldas (MG) com alta de 0,71% e saca a R$ 424,00.

Na quarta-feira (12), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 422,52 e alta de 0,11%.

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Data de Publicação: 14/09/2018 às 10:30hs
Fonte: Notícias Agrícolas
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