Publicado em: 21/10/2015 às 11:30hs
Segundo o boletim da H. Commcor, eles parecem ter encontrado um patamar, até que novos fatores alterem esse "equilíbrio". Fatores como o tamanho da safra no Centro-Sul do Brasil, reais subsídios à exportação por parte do governo indiano, e, no curtíssimo prazo, amplitude climática no Centro-Sul brasileiro.
Em Nova York, no vencimento março/16, a commodity foi comercializada a 14,06 centavos de dólar por libra-peso, uma retração de 20 pontos no comparativo com a véspera. Os preços também recuaram nos outros lotes. Nas telas maio/16 a outubro/16, a queda oscilou entre 15 e 19 pontos.
Em Londres, os preços também tiveram retração ontem. No vencimento dezembro/15, o açúcar foi comercializado a US$ 384,40, baixa de 4,30 dólares a tonelada no comparativo com o dia anterior. Nos outros lotes, o recuo variou de 3,80 a 4,30 dólares.
Segundo a análise do jornal Valor Econômico de hoje (21), as estimativas de déficit de oferta na safra global 2015/16 seguem na mira dos investidores, mas os preços já vinham em alta há muitas sessões. Da Índia, traders confirmaram que as usinas do país acertaram a exportação de 100 mil toneladas, mas podem ter dificuldade de embarcar as 4 milhões de toneladas estabelecidas como meta pelo governo. Espera-se agora os dados de moagem de cana na primeira quinzena de outubro no Centro-Sul.
Mercado doméstico
Já no mercado interno, o açúcar subiu 2,48% nesta terça-feira. Os negócios foram firmados em R$ 67,06 a saca de 50 quilos do tipo cristal, segundo dados do Cepea/Esalq, da USP.
Etanol
Depois de começar a semana com baixa, os preços do etanol hidratado medidos pela Esalq/BVMF subiram 0,54%. Os negócios foram firmados em R$ 1.478,50, o metro cúbico do biocombustível.
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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