Publicado em: 26/04/2016 às 11:50hs
Apesar de a produção de Mato Grosso ter um preço relativamente baixo dentro da fazenda se comparado aos preços nos portos do Golfo do México e de Rosário, o custo para transportar tal produção até o Nordeste brasileiro, principal demandante no momento, acaba tornando o cereal mato-grossense mais caro que o dos EUA e, principalmente, o argentino.
Apesar dos baixos estoques em Mato Grosso, fica evidente o impacto que a logística de transportes da produção agrícola brasileira pode causar no mercado de milho mato-grossense, de forma que o produtor acaba perdendo boas oportunidades justamente pelo alto custo para entregar a produção em seu destino.
Leia o boletim na íntegra no site do Imea.
Fonte: Imea
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