Publicado em: 28/09/2015 às 14:30hs
“A integração entre ferrovia e cabotagem tem reduzido em 21% o transit time das mercadorias. Além disso, tem ajudado ainda em assuntos como a queda de acidentes, poluentes, roubos e avarias, bem como filas e congestionamentos”, explica Elisa Figueiredo, gerente Comercial de Industrializados e Granéis da MRS.
Segundo a executiva, já foram registrados 81% de crescimento no uso das ferrovias somente no Porto de Santos e 25% deste market share é da MRS. “Sabemos da importância no nosso papel no universo de movimentação de cargas e possibilidade de utilização da cabotagem, tanto que em 2013 retomamos o caminho do crescimento e a perspectiva, hoje, é avançar 154% nos trens, através de investimentos, ampliação de linhas e parcerias, aquisição de novas locomotivas e vagões, que visam dobrar a capacidade e consolidar este segmento”, diz.
Ela explica que, neste sentido, os players também têm apostado no conceito door to door, que atende ao objetivo de integrar os modais. A companhia, inclusive, já tem atuado em operações que saem de Manaus, vão para Santos pela cabotagem. Ali, utilizam a ferrovia da MTRS para escoar as cargas no interior do estado de São Paulo. Na prática, a operação tem garantido redução de custos, de emissão de gás e de roubos e avarias.
Fonte: Guia Marítimo
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