Publicado em: 28/09/2015 às 19:20hs
“Precisamos acertar nosso senso de transporte como um todo para o País crescer”. A Afirmação é do gerente de marketing do produto caminhão da Mercedes Benz, Marcos Andrade, ao ser questionado sobre a atual matriz de transportes do Brasil. Segundo ele, é preciso acertar o uso de cada modal e o ideal é que o caminhão seja usado em distâncias de até 500 KM, porém, ele adianta que a predominância do rodoviário deve ser uma realidade no mercado brasileiro. “O caminhão é flexível e temos um país com cidades e logísticas muito diferentes e o veículo sobre rodas pode se adaptar e atender a cada exigência, bem como é capaz de entregar e buscar a carga em toda e qualquer cidade”, explica.
De acordo com o executivo, cada vez mais o mercado necessita de soluções para o transporte de mercadorias, por isso que os Vucs (Veículos Leves de Carga) tem ganho espaço. “Precisamos nos adaptar às restrições quanto à circulação do caminhão na grande cidade e, o transporte não pode parar, tem que optar por alternativas. É aí que aparece os Vucs”, diz. O uso do veículo, porém, enfrenta desafios, já que não há uma norma federal que padronize a circulação e as dimensões desses veículos. “Hoje, cada cidade tem sua lei e isso complica a vida do fabricante e do operador do caminhão. Para acertar a logística com essas disparidades é preciso planejamento e criatividade. A modularidade é que nos faz sobreviver a atual realidade e cenário logístico”, conclui.
Fonte: Guia Marítimo
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