Publicado em: 06/02/2014 às 09:00hs
Com o trabalho mais espaçado é possível fazer a descompactação necessária, criando micro fissuras estruturais, permitindo o acesso de água, nutrientes, ar e do desenvolvimento radicular da planta. “A idéia é permitir o crescimento e não destruir a estrutura proveniente do plantio direto”, salienta o coordenador de marketing da GTS do Brasil, Jonathan Fernandes.
O Terrus trabalha com revolvimento mínimo, onde a ação do subsolador atinge a área de subsolagem, abaixo da camada superficial do solo, assim “não destruímos os benefícios da palhada, pois o nosso subsolador pouco movimenta a superfície do solo”, explica Fernandes.
Sem perda de tempo, o novo equipamento evita suspender o trabalho para erguer o implemento e rearmar as hastes. Basta seguir subsolando, que o inovador sistema de rearme faz todo o trabalho sozinho, sem complicações e sem perda de tempo. O sistema de rearme de molas pressiona a haste desenvolvida para receber força através de um sistema de alavancas que a rearma para o trabalho. “Para o produtor as vantagens ao optar por este implemento é o maior aproveitamento dos canais orgânicos do plantio direto reunido a descompactação do solo sem revolvimento da camada superior do solo, ou seja, pode subsolar suas áreas mantendo a camada orgânica, deixando a terra protegida e atingindo grandes profundidade de trabalho”, conclui o coordenador de marketing.
Fonte: Agropress Marketing e Comunicação
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