Publicado em: 28/08/2025 às 13:00hs
O risco de queimadas no Brasil é elevado durante o período seco, que se estende geralmente até setembro, variando conforme a região. Em Goiás, onde o clima tropical apresenta estação seca bem definida, a atenção deve ser redobrada. Fatores como altas temperaturas, baixa umidade relativa do ar, ventos fortes, vegetação seca e acúmulo de resíduos agrícolas aumentam a probabilidade de incêndios.
Segundo Diego Braga, consultor de desenvolvimento de mercado da Conceito Agrícola, adotar medidas preventivas é crucial para proteger a produção agrícola, o solo e a biodiversidade, além de evitar prejuízos econômicos. Entre as principais recomendações estão:
A utilização de tecnologias modernas pode reduzir significativamente os riscos de incêndios. Sistemas de monitoramento via satélite, aplicativos de alerta de risco, drones e sensores de umidade do solo e do ar permitem identificar áreas vulneráveis e tomar decisões mais assertivas.
Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), apenas em 2024 as queimadas causaram prejuízos de R$ 14,7 bilhões à agropecuária, afetando 2,8 milhões de hectares de propriedades rurais.
“Com planejamento e tecnologia, é possível reduzir significativamente o risco de queimadas e seus impactos”, afirma Braga. Ele reforça que informação técnica e capacitação são essenciais para que os produtores adotem práticas responsáveis, preservando recursos naturais e promovendo sustentabilidade produtiva e econômica no campo.
Fonte: Portal do Agronegócio
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