Publicado em: 18/03/2016 às 08:15hs
O encontro, articulado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi), Secretaria de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo (SDR), Associação dos Produtores de Milho do Rio Grande do Sul (Apromilho), Sindicato das Indústrias de Produtores de Suínos (Sips), Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), reuniu representantes dos produtores - que buscam o aumento da produtividade - e de setores que dependem do milho, da – avicultura e da suinocultura, além de pesquisadores da área.
O secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo, destacou a complexidade do tema, pois engloba desde o mercado e a questão econômica, até o tema da rotação de culturas e abastecimento. Ele adiantou que o assunto seguirá na pauta com a finalidade de encontrar soluções.
Chielle abordou a importância de se avançar na armazenagem de grãos na propriedade. “”Atualmente, contamos no Rio Grande do Sul com cerca de 18% da safra armazenada na propriedade, enquanto nos Estados Unidos e na Argentina os valores alcançam de 30 a 60%”, explicou. Segundo o pesquisador, outro complicador, especificamente, para a cultura do milho, é que este geralmente é colhido com umidade de até 25% e, para a comercialização, o padrão exigido é de umidade máxima de 14%, o que exige qualidade da secagem.
Oliveira reforçou o posicionamento dos demais pesquisadores, para que a produção seja abordada e manejada de forma sistêmica, envolvendo planejamento de médio e longo prazo e rotação de culturas. Os representantes da Fepagro também convidaram os presentes para o Congresso Nacional de Milho e Sorgo que está sendo organizado pela Fundação, pela Emater e Embrapa, e será realizado em setembro, no município de Bento Gonçalves.
Fonte: Fepagro
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