Publicado em: 20/01/2016 às 09:45hs
Das empresas visitadas, houve diferença na classificação. “Em geral, a compra está sendo bem conduzida e o produtor tem se mostrado satisfeito. O que ocorreu é que, em uma das empresas visitadas, a classificação foi realizada de forma mais criteriosa”, revelam os representantes, afirmando que irão continuar acompanhando a comercialização.
Os representantes ainda alertam aos produtores que verifiquem, regularmente, se o tabaco armazenado não esteja apresentando umidade, o que pode causar perdas na hora da comercialização. “Soubemos de casos em que o produtor acreditava que tinha seu tabaco bem armazenado e, quando foi verificar, estava com excesso de umidade”. As inspeções ocorreram na semana passada.
PREÇO
Sobre uma nova rodada de negociação de preço do tabaco para esta safra, as entidades ainda estudam uma agenda que, possivelmente, irá ficar para o fim do mês de janeiro. Uma notícia recebida pelos representantes por parte de algumas indústrias é que, algumas delas, estão equiparando o reajuste em suas tabelas de preço, das classes X e C. “Na safra passada, algumas empresas não reajustaram as classes X e C.
Nesta safra, para recuperar a defasagem foi, novamente, utilizado um critério de reajuste linear, aumentando nas classes X e C o índice que deixou de ser aplicado na safra anterior, para depois acrescentar o percentual da atual safra. O critério da safra passada causou perdas nos ganhos do produtor. Para a variedade Burley, também uma boa notícia. Na safra passada não houve reajuste na tabela de preço. Para a atual safra as empresas aplicarão o índice da safra passada mais o índice da atual.”
Fonte: AFUBRA - Associação dos Fumicultores do Brasil
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