Publicado em: 26/02/2024 às 15:00hs
Um estudo global de micotoxinas publicado pelo site Poultry World, em artigo assinado pelo jornalista Tony Mcdougal, revelou que as concentrações de DON no milho em 2023 aumentaram no segundo semestre do ano, quando as temperaturas estavam mais baixas. O desvio de embarcações no Mar Vermelho e as colheitas recordes de milho nos EUA estão prolongando os tempos de trânsito e armazenamento, o que também tem contribuído para esse resultado.
De acordo com a publicação, a exposição prolongada à umidade durante o armazenamento pode criar condições favoráveis para a reprodução de fungos. "Algumas estimativas sugerem que o desvio de embarcações pode prolongar o tempo de trânsito das safras em pelo menos 25%. Com os custos de transporte aumentando (5 vezes mais) e os tempos de trânsito se estendendo, é crucial que as safras sejam protegidas e a integridade dos ingredientes da ração animal seja preservada", disse o Dr. Swamy Haladi, autor do estudo e gerente técnico comercial global de Gestão de Risco de Micotoxinas na Selko.
Das amostras de ração analisadas, as principais eram de ração suína (8.362), ração para frangos (4.541), ração para poedeiras (4.086) e ração para ruminantes (2.640). Alimentos para animais de estimação, ração para leitões e rações para aquicultura foram as outras categorias amostradas. Com base no conjunto de dados completo, a maior porcentagem de contaminação foi através de Zearalenona (ZEA) em 78%, o que foi surpreendente, já que tradicionalmente outras micotoxinas eram mais prevalentes. Atribuindo isso às mudanças climáticas, Haladi disse que a prevalência de outras micotoxinas nas amostras incluía T2HT2 (67%), fumonisinas (FUM) (63%), deoxinivalenol (DON) 57% e aflatoxinas (AFLA) (50%), diz o texto.
Esses desafios logísticos e climáticos - existentes em todo o planeta - destacam a importância de medidas preventivas, como o uso de adsorventes de micotoxinas, para garantir a qualidade e segurança das rações. A exposição prolongada à umidade durante o armazenamento pode criar condições favoráveis para a reprodução de fungos, aumentando o risco de contaminação por micotoxinas nas rações.
Diante desse cenário, a Blink Bioscience oferece soluções antimicotoxinas que podem ajudar a mitigar os efeitos negativos das micotoxinas na saúde e desempenho dos animais de produção. Seus produtos são desenvolvidos com tecnologia de ponta e alta qualidade, garantindo a segurança alimentar e evitando contaminações. Com uma equipe multidisciplinar experiente, a Blink Bioscience oferece uma linha de produtos que adsorvem e mitigam as micotoxinas, promovendo a saúde e bem-estar das aves e a qualidade dos produtos alimentícios de origem animal.
Além disso, a empresa investe em pesquisa e desenvolvimento contínuos para aprimorar suas soluções, adaptando-se às necessidades do mercado e oferecendo produtos inovadores que atendem aos mais altos padrões de qualidade e segurança. Com um compromisso com a sustentabilidade, a Blink Bioscience busca constantemente reduzir o impacto ambiental de suas operações, contribuindo para um setor de produção animal mais responsável e sustentável.
Blink Bioscience nasceu com a ousadia de auxiliar a resolver um dos maiores desafios para o futuro: alimentar uma população de crescimento constante - que espera 9 bilhões de habitantes em 2050 - sem esgotar os recursos naturais de nosso planeta.
Fonte: Blink Bioscience
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