Publicado em: 22/09/2015 às 13:30hs
O tema foi abordado ontem (16) durante a mesa redonda “Produção de sementes de culturas em expansão”, coordenada pela engenheira agrônoma Marizangela Rizzatti Ávila, pesquisadora do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR).
O momento contou ainda com mais três participantes: José Aparecido Donizeti Carlos, representante da Piraí Sementes, que falou sobre a cultura da crotalária; Luiz Albino Bonamigo, representante da Bonamigo Melhoramentos e Sementes Adriana, que explicou a importância do milheto neste cenário; e Francisco Rodrigues Freire Filho, da Embrapa Amazônia Oriental, que apresentou a cultura do feijão-caupi.
Segundo Mariangela, o gênero Crotalária é composto por várias espécies, mas as mais cultivadas são a Crotalaria juncea L. e a Crotalaria spectabilis Roth. “Essas plantas são muito utilizadas como adubo verde em cultivo isolado ou intercaladas a outras espécies de ciclo semi-perene ou perene, como em rotação com culturas graníferas, na reforma de canaviais ou em consorciação com a cultura do café e culturas frutíferas”, explicou.
Já o Milheto é bastante utilizado na pecuária de corte ou de leite. “O Milheto pode ser cultivado para ser usado como planta forrageira para pastejo, para produção de feno ou silagem e para fabricar ração, pois é uma planta bem aceita pelo gado e muito nutritiva. Essa prática é muito comum na região Sul do Brasil”, contou a engenheira.
Já o feijão-caupi é cultivado principalmente para consumo in natura, além de ser utilizado como folhagem verde, feno, farinha para alimentação animal, adubo verde e proteção do solo.
Fonte: Assessoria de Imprensa CBSementes
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