Publicado em: 15/05/2026 às 10:45hs
O cooperativismo catarinense consolidou sua força econômica e social em 2025 ao ultrapassar a marca de 109 mil empregos diretos com carteira assinada. De acordo com dados do Sistema OCESC, o setor encerrou o ano com 109.677 postos de trabalho, resultado que representa crescimento de 7,1% em comparação com 2024, quando foram registrados 102.402 trabalhadores.
O desempenho reforça o papel estratégico do cooperativismo na geração de renda, fortalecimento das economias regionais e expansão das oportunidades de trabalho em Santa Catarina e em outras regiões do país.
Segundo o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta, o avanço do setor demonstra a capacidade do cooperativismo de unir eficiência econômica e desenvolvimento social.
“O crescimento do cooperativismo reflete um modelo que gera oportunidades, fortalece comunidades e distribui desenvolvimento de forma regionalizada, mantendo foco tanto na competitividade quanto nas pessoas”, destacou Zanatta.
Além da expansão no número de empregos, o cooperativismo catarinense também ampliou sua base social em 2025. O estado ultrapassou a marca de cinco milhões de cooperados, mantendo a liderança nacional como o estado mais cooperativista do Brasil.
Os dados consolidados de 2025 mostram equilíbrio na distribuição das vagas entre os gêneros. Do total de empregos gerados pelo setor cooperativista catarinense, 54.570 foram ocupados por homens e 55.107 por mulheres.
O cenário evidencia a diversidade e a capacidade do cooperativismo de atuar em diferentes cadeias produtivas, promovendo inclusão, geração de renda e fortalecimento econômico em várias regiões.
Embora a maior concentração de empregos permaneça em Santa Catarina, com 84.776 vagas diretas, o cooperativismo catarinense também ampliou sua atuação fora do estado.
Atualmente, 24.901 empregos ligados às cooperativas catarinenses estão distribuídos em outras unidades da federação, número que representa 29,4% do total de postos de trabalho gerados pelo sistema.
A expansão nacional fortalece a competitividade das cooperativas, amplia mercados e mantém a integração com as cadeias produtivas ligadas ao agronegócio, crédito, saúde, transporte, infraestrutura e consumo.
O crescimento do cooperativismo em Santa Catarina acompanha o avanço do modelo em nível nacional, impulsionado pela busca por gestão compartilhada, fortalecimento regional e maior geração de valor para produtores, trabalhadores e comunidades.
Para o setor, os resultados confirmam a capacidade das cooperativas de gerar desenvolvimento sustentável, ampliar oportunidades e fortalecer economias locais mesmo em cenários econômicos desafiadores.
“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. O impacto vai além dos indicadores econômicos e se reflete diretamente na transformação social das comunidades”, concluiu Vanir Zanatta.
Fonte: Portal do Agronegócio
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