Publicado em: 24/05/2024 às 08:30hs
A Kepler Weber, líder em soluções de pós-colheita na América Latina, alerta que o alagamento de silos de armazenagem de grãos pode levar à produção de gases inflamáveis, aumentando o risco de explosões. A empresa, com fábrica em Panambi, Rio Grande do Sul, destaca a gravidade dessa situação especialmente no estado, que possui cerca de cinco mil unidades de armazenagem de grãos.
De acordo com a Kepler Weber, quando os grãos entram em contato com a água, sua umidade aumenta, acelerando o processo de decomposição e a consequente produção de gases inflamáveis. Marcelo Jungbeck, especialista em cálculo estrutural da companhia, explica: “As unidades de armazenagem são compostas por estruturas metálicas e componentes elétricos, que podem produzir faíscas e desencadear uma explosão”.
Além do risco de explosões, esses gases também representam uma ameaça direta à saúde. “Os gases podem ser inodoros em algumas situações, mas podem causar desmaios quando inalados, representando um grande risco de acidentes fatais, especialmente em ambientes confinados”, alerta Klaus Schemmer, gerente comercial da Kepler Weber.
O Rio Grande do Sul, com 4,8 mil armazéns segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), enfrenta uma situação de calamidade devido aos alagamentos. Em resposta, a Kepler Weber está oferecendo um serviço gratuito de vistoria nos silos da marca por um período de 60 dias. “É uma assistência exclusiva para nossos clientes, pois depende do memorial de cálculo do projeto que apenas o fabricante possui”, explica Bernardo Nogueira, CEO da Kepler Weber. Ele destaca a importância de uma avaliação técnica detalhada por engenheiros para todas as unidades afetadas.
Para minimizar os riscos, a Kepler Weber oferece algumas orientações essenciais:
A Kepler Weber reforçou suas equipes no Rio Grande do Sul para garantir atendimento rápido e eficaz aos agricultores afetados, sublinhando a importância de seguir essas recomendações para evitar acidentes e preservar a integridade das unidades de armazenagem.
Fonte: Portal do Agronegócio
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