Publicado em: 26/01/2016 às 18:45hs
Regime de precipitações - Marcado nos últimos meses pela ocorrência de muita chuva no Sul do país, o El Niño deve manter um regime de precipitações acima do normal ao longo da safra de inverno, na mesma região, com indicativos de que comece a enfraquecer somente a partir de junho ou julho.
Elevação - Um dos mais intensos em décadas, o fenômeno elevou entre 4 e 5 graus a temperatura em uma extensa faixa do Oceano Pacífico, próxima à América do Sul, gerando muita umidade. “Os prognósticos indicam que o Pacífico começa a resfriar em junho”, disse, havendo a possibilidade de que, na safra de verão 2016/17, o Sul do Brasil presencie os efeitos do La Niña, caracterizado normalmente por pouca chuva na região.
Sem geadas - De acordo com Lazinski, em ano de El Niño, devido a alta umidade, as chances de geadas são pequenas. “O clima vai ser bom para o milho safrinha no norte e no noroeste do Paraná”, comentou o especialista, destacando que, devido a incidência do fenômeno climático, as massas de ar frio acabam sendo bloqueadas.
EUA - Quanto à safra norte-americana, que começa a ser semeada em maio, Lazinski frisou que os produtores devem realizar a operação com tempo seco. E, com o arrefecimento do El Niño, há o risco de faltar chuva durante o período de desenvolvimento das lavouras.
Fonte: Imprensa Cocamar
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