Mercado internacional do cacau entra em fase de consolidação após semanas de volatilidade, enquanto excesso de chuvas na Costa do Marfim e em Gana levanta preocupações sobre riscos à produção e qualidade das amêndoas.
Análise de Giovana Araújo, sócia-líder para o setor de Agronegócio da KPMG, aponta que agricultura regenerativa, carbono e serviços ambientais podem ampliar a rentabilidade das propriedades rurais
Demanda do Oriente Médio impulsiona embarques brasileiros de frango, enquanto setor de ovos registra retração anual, mas mantém avanço em processados no acumulado do ano
Conjunto de 17 fazendas da massa falida da Colonizadora Vale do Rio Ferro tem avaliação de R$ 80 milhões e lance inicial de R$ 35 milhões
Mercado internacional do açúcar apresenta comportamento misto entre Nova York e Londres, enquanto fatores climáticos, câmbio e oferta elevada seguem ditando o ritmo dos preços. No Brasil, açúcar cristal recua e etanol encerra período com recuperação moderada
Escassez de frutas, entrasseafra e clima adverso reduzem disponibilidade e sustentam cotações no mercado interno e externo, segundo levantamento do Cepea
Negócios limitados no Sul, estoques ajustados e seletividade dos compradores contrastam com queda em Chicago e atenção do mercado ao El Niño e às projeções da safra global 2026/27.
Mercado do café registra forte alta em Nova York e Londres, impulsionado por redução dos estoques certificados, retração nos embarques de arábica, dólar mais fraco e preocupações com o clima durante a colheita no Brasil
Novo relatório de oferta e demanda traz poucas alterações para a safra 2026/27, enquanto aumento dos estoques mundiais pressiona expectativas do mercado de grãos
Mercado da soja é pressionado por aumento da oferta mundial, fraca demanda externa, queda em Chicago e volatilidade do câmbio, enquanto negócios no Brasil seguem travados e com baixa liquidez.
Mercado do milho opera em queda nos EUA e no Brasil após revisão do relatório WASDE do USDA, aumento de estoques globais e fraqueza do petróleo; oferta elevada na América do Sul mantém pressão sobre cotações internas.
Índice foi puxado principalmente pelo grupo Alimentação e Bebidas e pela alta na energia elétrica residencial; INPC também avança e acumula 3,36% no ano