Publicado em: 06/03/2023 às 10:30hs
As cotações cediam entre 550 e 7,75 pontos nos principais vencimentos, por volta de 8h15 (horário de Brasília), com o contrato maio sendo cotado a US$ 15,11 por bushel. O mercado devolve parte dos ganhos das últimas sessões, na semana passada, mas ainda de olho nos fundamentos.
"Tempo seco na Argentina. Sem previsões de chuvas para os próximos 7 dias, o que complica duma vez a produtividade da soja e do milho", relata o diretor geral do Grupo Labhoro, Ginaldo Sousa. "A Argentina, pelo que já perdeu de produtividade na soja e o que pode perder nesta reta final, deve registrar uma quebra de 50% da safra".
O mercado também monitora a colheita brasileira que, apesar dos últimos avanços, ainda tem algum atraso em relação ao ano passado. De acordo com os últimos números da Pátria Agronegócios, são 43,34% de área colhida, contra 54,62% de 2022. No entanto, o número já se aproxima da média dos últimos cinco, de 46,67% .
"Tempo aberto no Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Rondônia impulsionaram o progresso de colheita no país. O ritmo de trabalhos de campos segue em linha com a média dos últimos cinco anos, entretanto bem atrasado em relação ao ano passado", informa a consultoria.
O financeiro também está na mira, em especial a nova meta do crescimento chinês de 5%. As bolsas na nação asiática cederam, no entanto, frente às projeções.
Fonte: Notícias Agrícolas
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