Publicado em: 15/12/2014 às 15:50hs
Porém, a expectativa dos suinocultores era de um ano bem mais produtivo. De acordo com o técnico do Deral, Edmar Gervásio, esperava-se um crescimento entre 4% e 5% e agora deve fechar em, no máximo, 1%. "O trimestre fechou com alta dos abates porque se esperava muito em relação aos compradores internacionais, o que acabou não se concretizando. Hong Kong comprou 17% a menos do Estado e a Rússia retomou as negociações apenas a partir de setembro. Agora, com as negociações retraídas, a indústria está se ajustando naturalmente e reduzindo os abates", relata ele.
O especialista revela ainda que é natural a troca das proteínas consideradas mais caras pelo consumidor, no caso dos bovinos e suínos, pelas mais em conta, como frangos e ovos. "Em relação ao consumo, tanto a bovinocultura quanto a suinocultura ficaram em segundo plano em boa parte do ano", finaliza Gervásio.
Fonte: Folha de Londrina
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