Publicado em: 24/08/2023 às 10:40hs
A Bolsa de Nova York (ICE Futures US) opera entre os territórios positivo e negativo. Já o dólar avança frente ao real. Diante disso, a volatilidade nas cotações em NY pode deixar os produtores retraídos e aguardando por um direcionamento mais claro.
Na quarta-feira (23), o mercado brasileiro de café teve um dia de preços mais altos para o arábica e estáveis para o conilon. A forte valorização do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) puxou para cima as cotações no país, embora os cafés mais finos não tenham subido tanto. No conilon, houve estabilidade, com a baixa do dólar compensando a valorização do robusta em Londres.
Segundo a SAFRAS Consultoria, não houve volume expressivo de negócios, apesar das altas. De um lado o comprador esteve cauteloso, subindo as bases, mas não chegando ao valor do vendedor. Já os produtores apareceram mais para as negociações, especialmente na parte da manhã, no pico dos preços em NY. Mas, logo voltou para a defensiva. Apesar da alta em NY, ainda falta subir mais para diminuir a diferença entre oferta e demanda, destaca a SAFRAS Consultoria.
O café arábica bebida boa com 15% de catação ficou em R$ 820,00/825,00 a saca, contra R$ 800,00/805,00 anteriormente. No cerrado mineiro, arábica bebida dura com 15% de catação teve preço de R$ 825,00/830,00 a saca, no comparativo com R$ 805,00/810,00 do dia anterior.
Já o café arábica “rio” tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 20% de catação, teve preço de R$ 730,00/735,00 a saca, contra R$ 715,00/720,00 anteriormente.
O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, ficou em R$ 640,00/645,00 a saca, enquanto o 7/8 ficou em R$ 635,00/640,00, estáveis.
Fonte: Agência SAFRAS
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