Publicado em: 29/07/2024 às 09:00hs
A Coca-Cola divulgou seus resultados financeiros para o segundo trimestre de 2024, reportando um lucro líquido de US$ 2,41 bilhões, uma redução de 5% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Apesar da queda no lucro, a receita da empresa subiu 3%, atingindo US$ 12,363 bilhões.
O desempenho financeiro reflete um aumento de 9% nos preços e um crescimento de 6% nas vendas de concentrado. As vendas de concentrado superaram em 4 pontos percentuais o volume de caixas unitárias. No entanto, o resultado foi impactado por desafios cambiais e pelo aumento dos investimentos em marketing, embora tenha sido parcialmente compensado pelo desempenho positivo das operações e pelo efeito da re-franquia das operações de engarrafamento.
O volume total de vendas cresceu 2% no segundo trimestre, medido com base na média diária de vendas e na unidade de medida "unit case", equivalente a 5,7 litros.
Na América do Norte, as vendas diminuíram 1%. Embora tenha ocorrido crescimento em categorias como sucos, laticínios de valor agregado e bebidas à base de plantas, este foi mais que compensado pelas quedas nas vendas de água, bebidas esportivas, café e chá, além dos sabores com a marca Coca-Cola e refrigerantes com gás.
Na América Latina, as vendas totais aumentaram 5%, impulsionadas pelo crescimento nas categorias de marca Coca-Cola, água, bebidas esportivas, café e chá. O crescimento na região foi liderado pelo México e pelo Brasil.
Na Ásia-Pacífico, o volume de vendas subiu 3%, principalmente devido ao aumento nas vendas dos sabores com gás e da marca Coca-Cola, com destaque para a Índia e as Filipinas.
Na Europa, Oriente Médio e África, as vendas se mantiveram estáveis, com crescimento em água, bebidas esportivas, café e chá, e sabores com gás, sendo contrabalançado pelas quedas nas vendas da marca Coca-Cola e em sucos, laticínios de valor agregado e bebidas à base de plantas.
Para o restante de 2024, a Coca-Cola prevê um aumento nas vendas entre 9% e 10%, considerando o impacto antecipado dos preços em diversos mercados afetados pela alta inflação. A empresa também espera um crescimento de 5% a 6% no lucro por ação (EPS) neste ano.
Fonte: Portal do Agronegócio
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