Publicado em: 01/04/2026 às 10:40hs
O Brasil segue com forte desempenho nas exportações de grãos em 2026. Levantamento da ANEC mostra que os embarques já somam 38,9 milhões de toneladas no acumulado do ano, considerando soja, milho, farelo de soja, trigo, DDGS e sorgo.
Os dados reforçam a relevância do país no comércio global de commodities agrícolas, especialmente neste início de ano, período marcado pela intensificação dos embarques de soja.
Na semana 12 de 2026, os embarques brasileiros totalizaram cerca de 3,85 milhões de toneladas, com forte participação da soja.
Entre os principais produtos exportados no período, destacam-se:
Os números refletem o pico da safra de soja e a demanda aquecida no mercado internacional.
Os principais portos brasileiros seguem concentrando grande parte das exportações. O porto de Santos lidera os embarques, com mais de 1,8 milhão de toneladas de soja na semana analisada.
Outros destaques incluem:
A diversificação logística contribui para manter o ritmo elevado de embarques.
No acumulado de 2026 até março, a soja segue como principal produto exportado pelo Brasil, com 27,1 milhões de toneladas embarcadas.
Outros produtos também apresentam volumes expressivos:
Somente em março, os embarques totais alcançaram cerca de 19,48 milhões de toneladas, evidenciando o avanço sazonal das exportações.
Na comparação com 2025, os dados indicam comportamentos distintos ao longo dos meses:
Esse movimento reflete ajustes de mercado, logística e ritmo da colheita ao longo do início do ano.
A demanda internacional continua sendo um dos principais motores para os embarques brasileiros, especialmente por parte de grandes importadores de grãos.
Além disso, fatores como câmbio competitivo, safra robusta e estrutura logística ampliada contribuem para o bom desempenho das exportações em 2026.
A tendência é de manutenção do ritmo elevado de exportações ao longo do primeiro semestre, especialmente com o avanço da comercialização da soja.
No entanto, o comportamento dos embarques seguirá dependente de variáveis como condições climáticas, demanda global, preços internacionais e logística portuária.
Fonte: Portal do Agronegócio
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