Publicado em: 28/04/2023 às 12:50hs
Esse incremento, no entanto, teve a participação exclusiva dos cortes. Cujo volume embarcado aumentou quase três quartos (+73,5%), subindo de 1,931 milhões de toneladas para mais de 3,350 milhões de toneladas. Ou seja: o volume de frangos inteiros só fez retroceder.
Como indica o gráfico abaixo, em 2018 as exportações de frango inteiro corresponderam a cerca de 70% do volume de cortes, mas em 2022 representaram apenas 30%. Porque enquanto o volume de cortes crescia a uma média em torno de 4% ao ano, o de frango inteiro retrocedia à razão de, aproximadamente, 2% ao ano. Ou seja: recuou perto de 25% de 2008 para 2022, passando de 1,336 milhão de toneladas para 1,016 milhão de toneladas.
Aparentemente inevitável, esse recuo deve fazer com que dentro de 10 anos as exportações do frango inteiro fiquem pouco acima do meio milhão de toneladas anuais. Já o volume de cortes, mantida a média registrada nesses quinze anos, pode alcançar e até superar os 4,5 milhões de toneladas. E isto ainda pode ocorrer antes da data prevista.
Porém, mantida a tendência apontada pelo gráfico, o frango inteiro – que em 2018 correspondeu a cerca de 70% do volume de cortes – terá sua participação reduzida a menos de 15%.
Fonte: AviSite
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