Publicado em: 26/03/2018 às 09:20hs
Em outras palavras, nove dessas UFs sofreram redução no volume embarcado, em índices que vão desde meio por cento a menos (Mato Grosso do Sul) até 45% de queda (Minas Gerais). Por outro lado, o aumento em outras cinco UFs (mais o Pará, que não havia efetuado exportações há um ano) foi irrelevante. Daí o bimestre ter sido encerrado com uma redução de, praticamente, 8% no volume embarcado.
Como, porém, os preços recebidos pelo produto exportado regrediram de maneira generalizada, o efeito sobre a receita cambial foi mais grave. Pois apenas três das 15 UFs registram aumento de receita. E o destaque, neste caso, vai para o Espírito Santo onde, graças a um aumento de 120% no volume exportado, a receita cambial do bimestre apresentou incremento de 76%.
Mas casos como esse (e também o da Paraíba, com índices de expansão bem maiores, mas com nível de participação menor) não foram suficientes para reverter o processo de queda da receita cambial, 13% menor que a obtida no mesmo bimestre de 2017.
Fonte: AviSite
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