Publicado em: 30/08/2016 às 15:15hs
No caso, o Amazonas, décima sétima UF exportadora no corrente exercício.
Porém, os embarques amazonenses são, por ora, mínimos, inferiores a 30 toneladas. Têm, portanto, pouca influência no total exportado pelo País em sete meses, próximo de 2,6 milhões de toneladas e 8% superior ao registrado em idêntico período de 2015.
No mais, o comportamento das UFs na exportação de carne de frango segue a marcha normal, com os três estados da Região Sul liderando o setor e respondendo por Pouco mais de 75% do volume embarcado e da receita cambial obtida no período.
De toda forma, surpreende constatar que, ao contrário do ocorrido no fechamento do primeiro semestre, a receita cambial do Paraná voltou a ficar negativa, o que fez com que o déficit na receita cambial da Região Sul (negativo em 1,29% no fechamento do semestre) aumentasse para 5,16% nos sete primeiros meses de 2016.
Mas esse desempenho não ficou restrito ao Sul, pois o Centro-Oeste teve quase idêntico comportamento. E, neste caso, a receita cambial positiva (incremento de 3,5% nos seis primeiros meses de 2016) agora, opostamente, é 3,5% inferior. Culpa, em parte, de Goiás, que reduziu o volume exportado em 1,5%. Mas, aparentemente, também do Distrito Federal, que transferiu parte de suas exportações para Tocantins, na Região Norte.
É isso, aliás, que explica os altos índices de expansão da Região Norte - +712% no volume e +484% na receita. Mas, a exemplo da Região Nordeste (que também apresenta elevados índices de expansão, tanto no volume como na receita), sua contribuição para as exportações globais são pouco representativas.
Fonte: Avisite
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