Publicado em: 28/09/2023 às 10:30hs
Segundo a agência de notícias britânica, Reuters, revendedores apontaram que o mercado provavelmente permanecerá sob pressão durante a próxima temporada global de 2023/24. Isso se deve, em parte, à possibilidade de uma queda na produção de açúcar na Ásia, relacionada ao fenômeno climático El Niño.
Além disso, a UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia) divulgou dados que indicam que a produção de açúcar no Centro-Sul atingiu 3,12 milhões de toneladas na primeira metade de setembro, exercendo pressão adicional sobre o mercado.
Na ICE Futures em Nova York, a maioria dos contratos de açúcar bruto encerrou com valorização. O contrato de outubro/23, negociado a 26,13 centavos de dólar por libra-peso, representando um aumento de 11 pontos. Enquanto isso, o contrato de março/24, negociado a 26,37 centavos de dólar por libra-peso, teve um acréscimo de 13 pontos. Apenas o contrato de julho/25, negociado a 21,17 centavos de dólar por libra-peso, apresentou uma queda de 4 pontos.
Na ICE Europe em Londres, o açúcar branco registrou quedas em todos os contratos. O contrato de dezembro/23, negociado a US$ 709,30, apresentando uma queda de 1,40 dólares. Da mesma forma, o contrato de março/24, negociado a US$ 705,20, refletindo uma queda de 1,40 dólares.
Já o mercado doméstico, o açúcar cristal teve uma leve valorização, com a saca de 50 quilos negociada a R$ 155,56. Esses valores foram fornecidos pelo Indicador do Cepea/Esalq da USP, representando um aumento de 0,23% em comparação com o dia anterior.
O etanol hidratado fechou em queda, conforme o Indicador Diário de Paulínia. As usinas negociaram o biocombustível a R$ 2.283,00/m³, representando uma diminuição de 0,11%.
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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