Publicado em: 23/09/2015 às 11:00hs
Ontem (22), a commodity foi negociada a 10,88 centavos de dólar por libra-peso, no vencimento outubro/15 da bolsa de Nova York. Uma queda de cinco pontos no comparativo com o dia anterior. Do lote março/16 a outubro/16, a desvalorização oscilou de 10 a 14 pontos.
Em Londres, na tela de dezembro/15, o açúcar caiu 1,10 dólar, com negócios firmados em US$ 340,30 a tonelada. No vencimento março/16, a baixa foi de 1,90 dólar e no lote maio/16, de 1,10 dólar.
A alta histórica do dólar perante o real e o tempo quente e seco, que favorece a colheita da cana-de-açúcar, pressionaram os preços da commodity. Segundo o jornal Valor Econômico, as previsões meteorológicas indicam que o céu deve continuar aberto no Centro-Sul brasileiro, permitindo o avanço da moagem da safra 2015/16. Alguns analistas citam a queda das importações chinesas em agosto, tanto na base mensal como anual, como motivo de receios com a demanda.
O Boletim da H. Commcor trouxe que a desvalorização do real frente ao dólar, que negocia próximo do nível histórico, faz a balança pender lentamente a favor da produção de açúcar para as usinas. O diretor técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, avaliou que o câmbio não tende a alterar o mix de produção da atual safra, uma vez que as usinas já fecharam suas programações de fabricação de produtos com foco no etanol.
Mercado doméstico
Ontem, os preços do açúcar seguiram valorizados no mercado interno. Segundo índices do Cepea/Esalq, da USP, os negócios foram firmados em R$ 52,46 a saca de 50 quilos do tipo cristal, alta de 0,34%.
Etanol
Depois de um dia de alta, os preços do etanol tiveram recuo nesta terça-feira. De acordo com os índices da Esalq/BVMF, o metro cúbico foi negociado a R$ 1.228,50. Uma retração de 0,16% no comparativo com a véspera.
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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